Faz alguns anos já que eu parei de escrever contos. Mas hoje resolvi avaliar como anda minha capacidade criativa, se ainda tenho a velha forma que eu tinha pra escrever aqueles contos loucos que já fez várias pessoas (conhecidas ou não) elogiarem minhas narrativas.
Ao contrário do assexuado (e porque não onanista) post anterior, esse aqui contém sexo explícito.
Para os que tiverem vergonha ou pudores extremos, recomendo esperarem o próximo post, que provavelmente vai ser uma resenha de 2010: Odisséia Espacial II ;D
Aos que quiserem ler, por favor comentem. Desnecessário dizer, mas acho que todos que leem meu blog (pelo menos os que eu SEI que leem) têm maturidade suficiente pra criar um comentário construtivo em relação ao texto que eu investi um tempinho pra fazer ^^
Ultima coisa: Tudo aqui é baseado em ficção. Toda semelhança é mera coincidencia e bla bla bla todo. Não criei esse texto pra passar uma imagem de "comedor" ou de "grande guru", afinal tive apenas duas mulheres em minha vida toda (as duas maravilhosas e dignas de respeito) e não preciso disso pra elevar minha auto-estima.
É isso.
Leiam com carinho =)
Sair da balada com a namorada às 3:00 não tem preço.
Principalmente depois de tomar todas e passar a noite beijando loucamente sob efeito de álcool. Destilados fazem o Paraíso despencar aqui no mundo terreno onde nós, pobres mortais, temos mais alegrias que felicidades. Por isso procuro aproveitar ao máximo as alegrias. Como esse momento.
Ela tá se segurando em mim pra não cair e rindo feito doida de qualquer piada besta que ouve. Tenho que conduzir ela pro carro, de tão lastimável é o estado. Mas eu tbm não posso falar muita coisa, to chapadão, mas tive o cuidado de me manter mais sóbrio, afinal eu que vo dirigindo. E seja o que Deus quiser! Meu medo é que ela vomite no meu Palio.
Chegamos na minha casa, aproveitando as desérticas ruas da cidade não houve qualquer acidente (tanto com o carro quanto DENTRO do carro). São e salvos, conduzo ela que vem me abraçando e beijando o tempo todo e falando enrolado. E eu faço um mega esforço pra equilibrar ela e me equilibrar ao mesmo tempo. É duro cuidar de bêbado quando vc tbm tá bêbado.
Viemos pra minha casa porque além dela morar do outro lado da cidade e haver um risco maior de acidentes (Com o carro e NO carro), os pais dela não iriam gostar muito de ver a filha chapadona e cantando enrolado a musica da Maria do Bairro. Dadas as circunstâncias, ela dorme aqui e de manhã ajudo ela a se recuperar da ressaca enquanto eu tbm curto meu momento pós-sono etilico. Ela desaba na minha cama, totalmente inutil, a impressão que eu tenho é que ela dormiu imediatamente. Dou de ombros e vou tomar uma ducha. Deixa ela descansar, depois acordo e mostro o caminho do banheiro.
Suado, tiro a roupa com cheiro de cigarro e quase caio quando fico de um pé só pra tirar a calça. Não devia ter pedido aquelas malditas doses de "tequilla".
Ufa! Agora a água morna me deixa um pouco mais sóbrio. Minha mente vazia só se concentra na água caindo. Nada mais. Até que ouço um barulho e pelo box vejo alguém entrando no banheiro, talvez seja minha mãe que acordou vindo me perguntar se tava tudo bem e o porque da minha namorada estar dormindo profundamente no meu quarto. Mas... A não ser que minha mãe tenha ganho um corpo violão, só podia ser uma pessoa...
O box se abre e ela está ali. Nua. E com os olhos um pouco baixinhos ainda e um certo sorriso etílico em seu rosto. Mas bem acordada.
Sem palavra alguma (alguém precisa dizer o que ela quer?), puxo ela pra junto de mim e sinto seu corpo colado ao meu enquanto a água cai sobre nossos corpos e nos equaliza as temperaturas. Sinto seus seios em meu peito durante o delicioso beijo molhado e começo a me excitar. Óbvio.
Damos banho um no outro, enquanto beijinhos aqui e acolá nas costas tornam tudo mais gostoso e erótico. Durante um demorado beijo que aplico em seu pescoço, num abraço meu abraço por trás, acaricio seu seio com uma mão e seguro sua barriguinha com a outra. Mas claro, essa mão desce em carinhos e logo encontra o objetivo. Hehehe.
Com um dedo, logo encontro seu clitóris e em movimentos circulares arranco um gemido dela enquanto ela deixa seu pescoço mais exposto aos meus beijos. Me controlo pra não deixar um roxo bem produzido nela. Mesmo. E abraçá-la por trás fazia meu pau esfregar em sua bundinha... O que deixava ela louquinha a segurar meu pescoço, mesmo na posição complicada.
Transar com aquela mulher deliciosa ali, todinha pra mim, naquele clima de fantasia total (pelo menos pra mim é) foi um desafio dos céus para o limite do meu tesão. E quem sou eu para negar os desafios que os deuses colocam pra mim? Beijei-a na boca enquanto introduzia dois dedos nela, começando a masturbá-la e notei que eu ela ainda não estava totalmente molhada, apesar da água que escorria por todo o corpo.
Virei-a de frente e passei a chupar seus seios com vontade. Quase a de um bezerro. Se não for a de um. Enquanto eu trabalhava com a boca em um deles, no outro era minha mão que fazia o serviço,acariciando seus mamilos. Ela soltava gemidos baixinhos que perigosamente aumentavam. Sorte que o banheiro era longe do quarto de meus pais...
Ela levantou meu rosto, me encostou na parede e me beijou com vontade enquanto me encostava na parede. Agora ela que ficou mais maluca do que eu de tesão, pois acariciava meu pênis como se ele pudesse ficar mais duro do que já estava. Sem muita demora, ela desceu pelo meu corpo me beijando o mais espalhado possível, pronta a se ajoelhar.
Sempre me olhando no rosto, ela agarrou meu membro e, sem cerimonia nenhuma, o abocanhou e chegou a arrancar um gemido meu seguido de dentes cerrados e forte respiração.Gradativamente aumentava o ritmo com que me chupava. Ela me enlouquece!
Não aguentei mais e fiz ela parar. Ela simplesmente lambeu os lábios e veio para me beijar.
Sugeri em seu ouvido continuarmos no quarto. Rapidamente nos secamos e fomos ao meu quarto, onde, a fim de evitar sons desagradáveis que denunciariam nossas ações, coloquei o colchão no chão e ela se deitou de costas. Me deitei por cima dela e puxei o edredom.
Eu procurava envolvê-la toda em meus beijos e abraços enquanto a masturbava, fazendo ela aos poucos ficar no ponto para um nível mais elevado da transa. Quando julguei que estava na hora, abri suas pernas e a penetrei. A cada centímetro meu que entrava nela mais suas unhas se enterravam em minhas costas e a maldita ainda olhava diretamente em meus olhos (a penumbra no quarto deixava os rostos quase visíveis) e mordia o lábio inferior. Ela cruzou as pernas em meu cóccix e me fez penetrar mais fundo. Eu a sentia quente e pulsante ao meu redor, aquela mulher estava em chamas. Fagulhas caindo no álcool fazem um incêndio incontrolável ser criado.
Eu me movimentava para frente e para trás e meu corpo deslizava por cima do del. Beijei-a inumeras vezes enquanto isso. Não era o suficiente para aplacar o fogo dela, pois ela se desvenciliou de mim e virou de costas para mim, deitada no colchão. Me deitei por cima dela e senti sua bundinha remexendo e empinando para mim... Ah, safadinha.
Me olhou com uma cara tão sem vergonha enquanto eu a segurava pelas coxas e a penetrava outra vez que me perguntei onde estava a minha namorada. Afinal aquela ali era a deusa do prazer que encarnou. Só pode!
Quase errei a tacada, mas deu pra acertar na segunda. Ela nem me esperou e já foi se movimentando sozinha, rebolando, indo para frente e para trás. Aproveitei para me dobrar sobre ela e beijar aquelas costas tão tentadoras que me exibiam os cabelos que acabaram de cair pro lado. Minha mão acariciou seu seio, o que a fez soltar um suspiro meio alto. Tentamos nos beijar mas estava difícil. Voltei ao meu lugar e a controlei. Agora quem se mexia era eu, entrando e saindo dela, contemplando suas costas ficando suadas e seu olhar safado que de vez em quando ela me jogava.
O edredom já tinha ido pro lado, nossos corpos já estavam suados, a respiração se tornou mais profunda e ela gemia perigosamente mais alto. Eu também sentia o prazer vindo tanto de mim quanto dela. Achei que ela não iria ficar tão molhada, com a quantidade de álcool que ela tomou... Mas eu deslizava por dentro dela com uma imensa facilidade. Foi quando ela gemeu mais forte e trocou de posição. Me fez cair de costas no colchão e subiu por cima de mim, se encaixando sem demora nenhuma. Ela subia e descia loucamente, suspirando alto e afastando os cabelos de seu rosto... Seus seios se movimentando para baixo e para cima eram um espetáculo a parte. De repente, ela se dobra em cima de mim e me aplica um desesperado beijo... Nesse momento, eu gozo. Aproveitamos ao mesmo tempo a loucura do prazer trazido por uma noite louca movimentada a álcool... Sem baixo desempenho.
Ela então me fala qualquer coisa no ouvido e sai, ainda meio cambaleante, para o banheiro. eu vou atrás a fim de me limpar também.
E agora sim. Tomar uma verdadeira ducha... acompanhada de leves beijos. Finalmente.
Agora, com ela dormindo ao meu lado, usando roupas emprestadas minhas, fico pensando na baladinha da semana que vem... Misturo catuaba ou não na bebida dela?
No meio desse pensamento, durmo.
E aí? O que acharam?

Gosto dessa foto...