quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Modern Talking - Olny Love Can Break My Heart

Quantas vezes preciso começar um post desse jeito? Depois de um tempão sem colocar uma linha no papel?
Pra falar a verdade, sou mais um leitor. Leio mais do que escrevo, egoísmo de minha parte. Nessa noite deu uma vontade de deixar algo aqui registrado. Sabe-se lá quando eu vo alimentar aqui otra vez, um minuto ou um mês não importa.

Falando em leitor, revivi uma chama que quaaaaaaaaase tinha se apagado desde quando fiz o cursinho a muito tempo atrás no longínquo 2007 (nossa, 2008 já virou comida de bigato!), o costume de escolher na estante um livro que te chama a atenção, abrir ele, folhear sem ler nada só por reflexo e devorar o bicho. Sem mais nem menos extrair a mensagem de cada linha, cada semi-silêncio de vírgula, cada fim de capítulo. Tudo.
Essa história do cursinho se deve a uma frase meio... sei lá. Não consigo descrever o que ela significou. Talvez vc que esteja lendo consiga.

-Agora, gente, é hora de estudar. De ler os livros do vestibular. Depois, vcs podem ler O QUE VCS QUISEREM!

Pegou a essência? Uma espécie de chantagem.
Bem. Lá se foi o cursinho, lá se foi o vestibular. Lá se foi o começo das aulas... E LÁ SE FOI A PROMESSA.
Afinal, nesse 2009 além daqueles Taylors, Faióis e o que valha, só consegui ler uns 3 livros. MUITO MENOS do que eu tinha armazenado durante o bendito Cobra.
Cheguei a fazer um comentário muito bem aceito para a sala da facul sobre o que eu ouvi em 2007. Mentiram pra TODO MUNDO! Sozinho nunca.

Nessas férias, de dezembro pra hoje, consegui lavar a égua.
Não sei se consigo lembrar de todos, mas vo fazer um resuminho de poucas linhas (ou tentarei) sem fazer nenhuma resenha EMPOLGADA (note que eu não disse EMPOLGANTE).

O primeiro na verdade foi uma revista de tirinhas, ou melhor, duas. Ambas de um dos personagens que eu mais curto em tirinhas: Dilbert.
Corra que o Controle de Qualidade vem aí e Você está demitido!.
As duas são coletâneas de tirinhas publicadas nos USA desde 1997. E muita piada de administrador... Hehehe

O segundo foi um livro de humor que eu comprei pelo título, mas totalmente enganado.
Só porque criou o mundo pensa que é Deus.
Pelo título, dá pra se deduzir que é um livro com piadinhas sobre o Todo-Poderoso e talz. Mas, não-tão-ao-contrário-assim (segundo o que o autor sugere), é humor de publicitário, contando várias situações e opniões (alguma BEM SURREAIS) sobre o que é ser publicitário e ter que criar campanhas do tipo NÃO É UMA BRASTEEEMP, ou MAMÍFEROS DA PARMALAT a um preço irrisório. Pensei em jogar fora, mas consegui dar algumas risadas, mesmo não sendo do ramo. Mas mais pela auto-depreciação do autor. Até mesmo no prefácio.
Após ler tive três conclusões: publicidade é um ramo BIZARRO, fiquei com medo do Festival de Cannes e também quero um Leão de Ouro.

(Cacete, olha o tamanho que já ficou essa resenha anterior)
O terceiro livro finalmente é uma história.
Abarat.
Título estranho, história estranha. E circunstâncias estranhas também, afinal é um livro juvenil, de fantasia escrito por Clive Barker, o autor de Hellraiser (Pinhead e Cenobitas ponto).
E eu tava com uma sensação estranha de que já conhecia o nome do autor enquanto saía do sebo e olhava a capa.
Conta a história de Candy Quackenbush, uma garota do Minnesota que vive numa cidade onde a única coisa que existe são... galinhas. Elas são pra Galinhópolis (sim, é o nome da cidade) o que os móveis são pra Arapa.
Cansada dessa vidinha tosca e de aguentar uma professora FDP, ela resolve andar por uma campina e descobre um portal pra outro mundo, dividido em ilhas e cada uma delas representando uma hora do dia (a 25ª hora é coisa do livro). E lá ela tem que enfrentar um assédio de muitos seres poderosos que vêem nela alguém especial que é decisivo para a dominação do mundo.
O mais legal de tudo são as imagens, feiras pelo próprio autor em telas de óleo, cada uma mais bizarra que a outra, mas super bem feitas. E fiquei sabendo posteriormente que a Disney quer transformar em animação. Blé.

(Caraleo!!! É incontrolável fazer esses resumões! Tenho pobrema!!!) O quarto deles também foi uma aventura.
A Cidade das Feras.
Confesso que esse livro eu resisti um pouco pra ler, algo não me atraía. Será a mania de julgar pela capa? Mas quando terminei Abarat, fiquei sem mais nada pra ler, além de Christine - O Carro Assassino. E como Cidade das Feras era mais fino, resolvi ler antes.
E me chamem de bobo, mas adorei o livro.
Alexander é um garoto americano que a contragosto vai morar com a avó aventureira e durona, que leva ele pra Amazônia com uma equipe de reportagem a fim de encontrar um animal que espalha medo e terror pela floresta chamado apenas de "A Fera".
Conhece uma garota brasileira intimamente ligada aos índios, chamada Nadia. Descobre que cada pessoa têm um animal totêmico ao qual sua alma está ligada, conhece o "povo da neblina" e descobre um verdadeiro Éden em plena Amazônia...
Vários elementos fantásticos são racionalmente explicados, mas algo te diz que tem um tantinho de magia naquele canto isolado do mundo. Vide a bendita "Cidade das Feras".
Não tem como dizer muita coisa desse livro sem estragar surpresas.

O quinto livro foi uma volta ao cursinho. Foi um presente da Jû que me fez recordar das saborosas aulas do Juarez. Apesar de ser um professor meio arrogantezinho, as aulas dele eram um show.
Uma Breve História do Mundo.
Desde quando a gente era pouco mais que um macaquinho civilizado até o fim do século XIX, o autor (Geofrey Blainey, lembrei por causa do segundo vocalista do Iron Maiden, Blaze Blainey) tem um modo bem envolvente de trançar as histórias das civilizações ocidental e oriental. Putz... Olha só! Ele fala da China e da ìndia antiga onde um monte de livros semelhantes só tem olhos da Arábia pra diante.
O mais engraçado desse livro é que eu li ele quase todo dentro de um consultório médico, numa manhã onde uma guerra civil quase estourou lá dentro porque o médico se atrasou uma hora. Placidamente viajei pelas eras...

Agora o sexto foi o melhor. Quiçá o melhor em tempos.
O Ladrão de Raios.
Quando eu fui comprar meu caderno, resolvi dar um chego na seção de livros. Vi os best sellers e me detive em Crepúsculo. Resolvi levar apesar do precito e logo ao lado tinha um que eu vi lá em Londrina, num catálogo: O Ladrão de Raios. Leo-não-levo, resolvi gastar uma grana que eu SEI que vai me fazer falta. E não vo me arrepender. ADOREI!
Percy Jackson é um garoto disléxico e com défcit de atenção quase sobre-humanos que após alguns eventos estranhos descobre que os antigos deuses do Olimpo ainda vivem, junto com todos os monstros e personagens da mitologia grega. E que os deuses ainda voltam pra Terra pra fazer o que eles sempre fizeram... PRECISO DIZER O QUE QUE É?
Tá bom, sei que têm algumas mentes mais inocentes lendo ATÉ AQUI.
Eles voltam pra se envolver com mortais e deixar alguns semideuses pelo caminho. E Percy é um deles, filho de... Hehehe.
Mas o "caflito" desse livro se dá em torno do raio mestre de Zeus, que tá puto da cara e compra briga com Poseidon, a terceira Guerra Mundial tá pra estourar e adivinha pra quem sobrou reaver o bendito raio que o parta?
Sabe... É Harry Potter total esse livro, mas pela mitologia e pela história bem amarrada eu acabei me viciando e mal espero a hora de "Mar de Monstros" ser lançado em março/abril.
E vai virar filme ano que vem.

Agora eu to lendo Crepúsculo, mas prefiro acabar de ler primeiro pra depois deixar uma resenha, ou tentar deixar, porque as poucas linhas acabaram saindo meio textuais demais.
Argh.

E só pode ser praga. Abarat, Percy Jackson e Crepúsculo são todos séries.
O que isso tem de mais? Adorei todos!!!
Agora quero ler os outros e vai demorar um tempinho pra conseguir juntar tudo.
Mas pelo menos vai valer a pena. e TEM que valer. Afinal, livros não são baratos aqui no Brasil.
Deve ser por isso que o povo não gosta de ler. Ou aprendeu a não gostar.


Parece mais capa de um DVD de Death Note.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Hokuto no Ken - Ai Wo Torimodoze

Aham... Permitam-me cantar essa música:

[o cara tussiu]
YOU HA SHOCK!!! (eco)
Ai desço ragá pódi te comum
YOU HA SHOCK!!! (eco)
bolo no coquerinho pódi te comum
[/o cara tussiu]

Pronto.

Após vários alguns pedidos, resolvi tomar vergonha e atualizar isso daqui. (Sempre quis utilizar esse STRIKE, mas não foi uma primeira vez como eu imaginava)
Promessas, promessas, promessas. Mas o caso é que... Dane-se.
Não tenho porque justificar. Atualizando-o estou, lendo-o vc está. Satisfeito? Prossiga.

Acabei de ler o MELHOR MANGÁ que já li nesses punhados de anos (8 pra ser mais exato) que coleciono aquelas "revistinhas japonesas".

Battle Royale

Merece ser escrito com letras vremeias e bem grandes, afinal não merece menos.
Já tinha escrevido sobre ele a algum tempo atrás, mas com menos profundidade porque eu tinha adquirido apenas as duas primeiras edições, ótimas por sinal.
Mas o nível foi só subindo. Até o 15 teve muitas partes que eu simplesmente tirei os olhos do mangá e olhei pra frente onde quer que eu estivesse (esse troço eu li em cada lugar...) e tentei entender o que tinha acabado de acontecer.
Simplesmente, ao ver cada um dos fulanos morrer de um jeito mais doido (leia: cruel e repentino) que o outro eu pensei em o quanto o japonês que escreveu essa coisa não deve ser perturbado das idéias. Só lendo mesmo. E não darei spoiler nenhum, afinal há pessoas aqui que ESTÃO LENDO NESSE MOMENTO que não leram toda a história tipo o Marcelo e creio eu que estejam gostando demais pra ter um Inu metendo spoiler.

Mas digo que a morte do Kamon foi menos metal que eu pensei. ¬¬

Aí os realistas de plantão me perguntam:
-E quanto vc pagou em tudo isso?
Ora, existe a Internet pra salvar seu bolso de vez em quando.
As edições de papel eu tenho, sim senhor, mas do 8 pra frente baixei de um site que armazenou TODAS as edições que o Silensce traduziu antes de sair pela Conrad.
Preço: 12,90 CADA.
E apenas um dos 8 que tenho que eu paguei esse preço, mas valeu a pena porque foi um pretexto pra ver a Jû de novo o resto teve os sebos... K2 resolver liquidar o estoque...
Agora compro com calma os "papéus", mas com preço camarada (Se aparecer).

É mesmo!
Passei o fim de ano quase inteiro e as férias tbm em Londrina, em companhia de uma linda ruiva.
Foi super proveitoso, porque quase todo dia eu tinha um livro novo pra ler, gastei uma grana que eu não tinha pra comprar, mas valeu. E mais que isso, deu pra passear legal com a namorada. Catuaí, Calçadão... Realmente é agradabilíssimo ter alguém que seja criança e adulta ao mesmo tempo do seu lado. Sim, eu to curtindo ela bagarai (Não falo "amo" aqui porque isso é redundante).

Como consequência dessas "viagens" pra Londrina, o meio de transporte disponível era o "amarelinho". Mas isso vai mudar... Hehehe.
E andar de busão cansa MUITO. Metropolitano nos reserva surpresas e nos permite ver tanta gente diferente. Como no domingo agora que em Rolândia na hora de pegar a fila pra entrar na meia hora que me separava de casa, teve um homem que resolveu entrar na frente de um rapaz de óculos escuros na minha frente.
-Ei, senhor, já é aposentado? - disse ele com um certo ar de superior
-Não, não sou - respondeu o "velho"
-Então faça o favor de respeitar a fila, senhor.
-Que respeitar a fila naonde? Metropolitano não tem dessas não, eu viajo todo dia e nunca respeitei fila
O resto da discussão eu resolvi pular. Foi uma troca de razão com má educação dos quiabos diabos... Mas mesmo assim, eu passei pelos dois e entrei. Foi uma questão de "fazer a fila andar". Mas torci pro cara de óculos dar uma "tirada" no velho e colocar ele no lugar.
E infelizmente há pessoas assim: que resolvem jogar fora todos seus direitos querendo violar os dos outros.
Infelizmente a tirada tão esperada não veio, mas eu me sentei no melhor lugar do busão.Último banco, janela.

Ah. E nessa altura do campeonato faço por lembrar: E a nova reforma ortográfida?

Palhaçada

Letras espalhafatosas pra mostrar a minha IDÉIA (Sim, com acento agudo) desse desperdício de intelecto que deveria ser utilizado pra coisas mais urgentes.
Na verdade só fico meio assim por eles quererem mudar coisas tão irrelevantes, como os hífens, acentuação (por isso eu escrevi IDÉIA do jeito antigo, e nao IDEIA, que fica com um som tão... descaracterizado) e o trema. Esse aí dexa pra lá, nunca usei nem sei como se faz no teclado.
Imagina só o quanto de esforço vai ser empreendido pra educação de um povo tão analfabeto funcional quanto o nosso?
E gramática e ortografia são duas das (poucas) coisas que eu me orgulho de fazer certo. Escrevo certas coisas como: tar (corruptela de "estar"), mas sei muito bem que isso seria mal aceito numa dissertação de faculdade. Vo escrever do jeito "obsoleto" atéeeee... pra sempre.
Afinal, esse blog é meooooo e as IDÉIAS são minhas!
Super interessante, não? (Superinteressante, se eu aceitasse a nova bola)

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Grave Digger - Witch Hunter

Só pra constar:

ELE VOLTOU.

Para o bem ou para o mal (depende do que vc considera "bem" ou "mal"... Hehehe), ele de repente veio, do nada.
De quem eu to falando?

Dele, oras...

Um antigo conhecido de meu ego. Hehehaha

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Dark Avenger - Lords of the Night

UAU!!!

Um mês e uma semana sem atualizar! Creio que quem de vez em quando passa aqui e não vê nada acha que eu AINDA estou de luto pelo post anterior.
Nhaum.

Provas, falta de tempo, preguiça, Irene, Lacerda (ãaaaaa)... Tudo se embolou num balaio de gato muitoloko e nem coragem eu tive de mexer aqui. Apesar de ter MUITA coisa pra contar e compartilhar.

Comecemos por... UEL.
Cara, vi a morte de perto nas duas ultimas semanas. Fiquei de exame em 2 matérias, em uma eu reprovei (Mais uma DP, ómaigodedebigode! E já to levando uma do primeiro semestre, putz...) E agora vai ser inevitável haver duas reações do casual leitor dessa coisa: Ou vai apontar pra tela e dar uma de Nelson: HÁ-HÁ. Ou então via me chamar de burro... EPAAAAA EPAAAAA!!! Tenho minhas razões de ter ido meimal (mal inteiro na verdade) nessas matérias, porque em todas as outras, foi de 70 pra cima, lol.

Pelo menos deu pra perceber que desde o começo do ano eu tive muitas evoluções e progressos na parte social, onde eu sempre fui um desastre, detalhes ficam apenas comigo aí. Huhuhu, mas posso dizer que desde lá as pessoas mais improváveis são as que menos se separam de mim. ^^

Ah, e óiasó!

Alguém aí lembra de um post mais antiguinho, que eu fui no Animeingá e conheci pessoalmente uma pessoa (vício de linguagem detected: PLEONASMO) incrível? Não citei que eu fiquei com essa pessoa (mulher, deixando BEM CLARO).

E dali a um mês, quem diria que eu estava namorando ela?

Jû, uma ruiva que... Rapaiz, tem um beijo de dar água na boca, só tomando cuidado pra não babar (muito)

A gente começou dando muito bem com nossos gostos, descobrimos certos pontos interessantes e foi. Um dia em Londrina, quando nos reencontramos (e diga-se de passagem, levei um anjo pra botar um pezinho no inferno) oficializamos tudo e ontem fez um mês. To adorando.

O melhor de tudo: Londrina. A maior e melhor semelhança entre nóis... ^^

Sim, eu to enrolado mais uma vez, mas dessa vez mãos dadas serão uma constante nessa equação recém montada.

E como provas, exames e Lacerdas terminaram, o ócio veio bater na porta, mas ele que fique lá. Irei exercitar um lado antigo meu: o de assistir animes, ler e jogar game. Tudo o que um nerd quer *.* (Apesar de eu ser um nerd fora dos padrões: tenho namorada, bebo e sei o que são pessoas).

PS2 tá quente ainda, acabei de jogar Devil May Cry, e cheguei numa parte que sinceramente, sei lá se saio cedo. O chefão: pardal relampejante. (Licença poética pra imitar o Gure-nii: É O ZAPDOS?)

Mas eu curti bagarai o negócio, e ainda tenho DMC 2 e 3. Também to tentando zerar God of War II no Hard (God Mode) e Resident Evil 4. Okami já foi, e sinceramente, eu fiquei MUITO triste por terminar um jogo tão lindo e tão gostoso de jogar. Não enjoei nem nada, só deu um vazio saber que Okami 2 só vai sair pro Wii :/

Era pra ter um Guitar Hero 4 junto, mas como só funucia com o mic ou a guitarra, eu aqui repito o que digo a todos:

-Se for pra comprar uma guitarra, que seja de verdade.

Por falar nisso, nessas férias quero produtividade, ação!!! Vo ver se consigo aprender a tocar guitarra. Van Halen me inspirou, com o solo de Eruption. Mas segundo Juciellen (2008) esse solo tem mais é que desanimar quem ouve e quer aprender, vista a dificuldade e o nível de “fodicidade” (Neologismo... quem vê pensa que eu faço letras vespertino). Mas me fascina... *.*

Só queria ter cabelo grande pra balançar junto com a minha air guitar.

Férias... Lá vem elas mais uma vez, dia 22 to livre pra amar, viajar (Londrina e Marumbi podem ser considerados viagens, né? O.o) e ler.

O último que eu li foi: Eu, Sidartha, o Buda.

Cara... Eu conhecia muita pouca coisa sobre a maior religião do extremo Oriente e quando vi esse aí lá no Capricho resolvi pegar de uma vez, antes que me arrependesse. Li ele TUDIN TUDIN... Devorei na verdade, visto o nível do escritor que eu já conhecia de outros carnavais. José Frènches é um francês formado em história e com especialização no Oriente (eu queria fazer história, amo o oriente e sou descendente de franceses... Identifiquei? :D) que sabe tratar de assuntos desse calibre fazendo romances. A Trilogia do Disco de Jade é sobre a unificação do império chinês no século III a. C.

E esse aí conta a história do grande Sidarttha Gautama, o fundador do budismo e claro, o primeiro Buda. Nascido em berço de ouro e sem contato com o mundo exterior, ele deseja conhecer aquilo que o pai sempre escondeu dele: o mundo exterior. Quando ele sai pela primeira vez de casa, descobre o porquê de seu pai ter escondido o mundo dele, a vida lá fora não era fácil. E ele resolve fazer algo, pois se revoltou com a desigualdade cruel a que o mundo era submetido. Foge de casa com o primo Ananda e após um encontro com 4 pessoas (simbolizando a Morte, a Doença, a Velhice e um asceta, que é uma espécie de xamã indiano) ele resolve partir em busca da Verdade, a fim de libertar as pessoas desse sofrimento todo.

Ele passa um tempo sendo asceta, jejuando até ele “sentir as vértebras quando tocava a barriga”, meditando durante dias e noites... Mas nada disso funcionava. Por fim ele desiste disso e resolve não mortificar o corpo, mas buscar dentro de si o que ele procurava.

E debaixo de uma figueira sagrada, após 8 dias meditando sem sair do lugar veio a Iluminação. Ele criou o vazio dentro dele e entrou em sintonia com a grande consciência universal. Teve a compreensão do que ele buscava e revelou logo após disso as 4 grandes verdades a seus discípulos e a Ananda.

Depois disso, ele se tornou um salvador para a região, espalhando sua mensagem de paz, igualdade e amor. O papo parece bem familiar com o de um certo cara da Galiléia, né? A grande diferença é que o Buda não se dizia filho de um Deus Único, mas sim como um homem que teve apenas um pouco mais de compreensão da Verdade do que os outros, e completa dizendo que TODOS podem ser Budas também. Tentador, não?

Claro, não é de um livro que eu vo tirar toda a base do budismo, mas dá uma boa idéia de como é a raiz principal dos ensinamentos.

Ufa, isso fico maior do que eu imaginava, deixemos pra outro post o tal do Buda, huh?

Atualizei... Satisfeitos? See ya!


Hehehe, voltei a ler Hokuto no Ken.
E o Rei continua sendo meu persona preferido.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

LUTO!

Hoje de tarde recebi uma notícia por um amigo no MSN

Amigo: Vagner... ce tá aí?
Eu: To sim... Fazendo trabalho.
Amigo: Ce sabia que teus patrões morreram?
Eu: Quem?
Amigo: O dono da Simbal não é o Adriano Romera?
Eu: Dexa de zuera cara. Se vc tiver tirando uma com a minha cara...
Amigo: Sim... Meu primo me ligou de Paranavaí dizendo que o avião dos Romera caiu.
Eu: Ce num tá de brincadeira não né?
Amigo: http://www.tribunadonorte.com/index.php?setor=DETALHESNOTICIA&nid=127951
Eu: PQP! - Enquanto avisava a amiga minha com quem desenvolvia um trabalho sobre a Simbal

Chamei meu pai, mãe e todos os que estavam na sala. Não teve um que não se arrepiou com a notícia. Meu pai (que tem relações muito boas com eles) ficou chocadíssimo e começou a ligar para os diretores a fim de esclarecer. E infelizmente, na minha apresentação do estudo de caso sa Simbal, quarta feira, terei que adicionar mais um fato na história da Simbal...

Amados, respeitados e admirados pelo povo araponguense e principalmente pelos funcionários da Simbal, Adriano Romera e Siolmar Romera vão deixar um vazio imenso.
Aqui, como estudante de Administração e funcionário da Simbal, presto uma humilde homenagem a dois grandes empresários que contruibuíram (e muito) para Arapongas ser conhecida como o maior pólo moveleiro do sul do país.


Sr Adriano e Sra. Siolmar Romera.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Iron maiden (Live in Israel ´95) - The Sign of the Cross

Iron Maiden na Terra Santa? Isso eu tive que pegar pra ver!!!

Metal, cada vez mais enraizado no coração me faz viajar a cada letra. Ultimamente um trecho anda me martelando a cabeça (Falado, mas ainda assim muito loko). Do White Zombie, de uma musica chamada Black Sunshine.

Gripping the wheel his knuckles went white with desire.
The wheels of his mustang exploding on the highway like a slug from a .45
True death: 400 horsepower of maximum performance piercing the night
This is black sunshine.



Sempre adorei motos custom. E ainda vo ter uma Shadow ou uma Virago pra, como dito aí em cima, estourar feito um cartucho de .45 pela auto-estrada.

Hehe, tem um cara na minha sala que invoca com meu estilo de musica preferido. Não escondo de ninguém e não resisto a uma air guitar com uns caras que curtem feito eu. Detalhe: a figura é sertaneja.
Por esses dias atrás, veio ele me perguntar o porquê de eu não gostar de sertanejo.
-Bicho... Não me atrai. As musicas só falam de mulher que deixa homem, de chifre, de amor que tá longe (to vacinado agora :P)... Sabe, mó depressivas.
Aí ele perdeu a razão:
-Ahhhhh mas é melhor que aqueles caras que ficam balançando a cabeça e cantando musica que vc num entende nada, eles tão lá em cima te xingando e vc fica vibrando
-Opaaaa... Peralá. QUANDO eu comparei um estilo com o outro? So maduro o suficiente pra notar que não se pode misturar os dois. Outra: Eu sei o que eu ouço, eu ouço o que eu ouço... E posso te mostrar qualquer letra que não tem ninguém xingando o ouvinte. Fora que vc pode pegar 10 bandas, uma canta um tema diferente do outro... Por isso nunca enjoo.
Aí a figura se atrapalha toda e:
-Ah... Eu sei que vc é um cara consciente.
-Então não diga essas coisas pra mim, diga pra quem age do jeito que vc falou. E nunca mais generalize... Toda generalização É BURRA. Metal is Forever.
*E faço o símbolo do martelo*

Mas são estilos de pessoas que a gente encontra na facul. Cada um que pelamor... Desde hippies revolucionários (que no máximo fumam um baseado e batem panela na frente das cantinas, mas são super gente boa) até pastores universitários (Um dos tipos mais chatos, que mesmo estando numa entidade laica sempre querem te levar pra igreja deles... ¬¬). Fora os docentes (Continuo otra hora... Agora vo fazer um trampo URGENTE!)

domingo, 12 de outubro de 2008

Wikkyd Vikker - Super Rocker

Não mais do que o necessário hoje.

Hoje fui no Animeingá. Assisti ao Homem de Ferro, conheci uma pessoa maravilhosa (e os amigos dela não ficam atrás) que eu tinha contato apenas pela net a umas 3 semanas, vi cosplayers caprichadíssimos (não é elogio genérico: realmente não haviam cosplays fracos ou toscos) e tomei pela primeira vez o famigerado Mupy (tem gosto de... soja.), cantei a musica de Evangelion com a Inoue de Bleach e descobri que eu to ficando muito velho pra animes e mangás.
E fiquei, por ora, sem meu Battle Royale 3 =(

E Senhor Shigure: Convoco uma reunião.