sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Blazing Dog - Supreme Wings

Mais um ano está escorrendo por entre nossos dedos. E não tem mais como segurar: 2010 apontou marchando a passos firmes lá longe e vem aqui pra pénabundear o velho e surrado 2009.

Esse ano, bem... Foi um ano que começou muito bem, mas infelizmente enquanto o eixo de Y ia progredindo, o de X decresceu, ou seja, a tendência foi de decrescimento no meu "Murphyômetro".
Apesar de que certos aspectos da minha vida tiveram uns extremos quase instantâneos. Num momento tudo estava negativo e no momento seguinte subia vertiginosamente até superar os níveis anteriores. Vida amorosa e vida unversitária principalmente... Putaquepariu.
Pelo menos no presente momento, tudo se estabilizou. Níveis baixos, mas estáveis e com tímidas tendências a subir. É o momento de fixar novas metas pro próximo semestre!

Vida universitária: Terminar essa maldita DP em economia com a calourada que vai entrar ano que vem. Já to ficando preocupado com a quantidade de pessoas que conheço na UEL, então apesar do curso não me agradar vou fechar com chave de ouro e passar pro semestre seguinte.
Fazer uma matéria eletiva SÉRIA no próximo semestre, pois aquela análise ambiental lá não tava com nada. Lixo. E participar de tudo quanto é congresso NA UEL.

Vida profissional: Taí algo que eu não planejo expectativas a longo prazo, a não ser uma ocasional aprovação num concurso público. O salário é a unica coisa que conta no meu trabalho, pois não trabalho na minha área. Esse ano foi o único aspecto da minha vida que se manteve estável do começo ao fim. E isso é um tédio.

Vida vagabunda: Minha meta esse ano será de filmes. Já falei isso antes, mas quero deixar claro aqui: 100 filmes. Conta aí tudo o que eu ver na Sessão da Tarde, DVD em casa de colegas, Multiplex e G7, Paraguay... Dois por fim de semana na média.
São Paulo nas férias de julho: Quero aproveitar o $$$ que eu vo receber todo ano agora, catar uma mochila e ir pra cidade da garoa e visitar 3 lugares que eu sempr quis ir: 25 de Março, Praça da Liberdade e Galeria do Rock. O resto é opcional, como o Animefriends ou o bairro onde eu morava.

Vida afetiva: Não posso prever nada. Mas quero conhecer muita gente nova. E vou conhecer, eu querendo ou não! Tenho muitos colegas, todos gente boa bagarai... Mas eu quero é uma turminha da malária que vá bater cabeça e virar o caneco. Sem deixar os antigos de lado, claro.

Vida amorosa: Mais imprevisível que o item anterior. Tanto que eu só vou dizer uma coisa: Deixa rolar.

Sim, estou ignorando totalmente o natal.
É uma coisa tão... Cínica. E sim, vou cair no clichê das pessoas que te ignoram/caluniam o ano inteiro e vem no natal te abraçar como se fossem "parças". No meu caso isso ACONTECE realmente. É comercial, é fútil, é bizarro, é falso... Nem a parte religiosa salva. Jesus nem nasceu dia 25!
No ano passado o natal foi diferente, com pessoas bacanas (naquele tempo) e vinho na rua de cidade pequena. Foi o único que eu realmente gostei de comemorar, mas esse ano o que me espera é o Dan Brown (igual no natal de 2006 quando li Código Da Vinci e Anjos & Demônios dia 24), ou talvez se rolar algo em Londrina... Eu vou.

Só to esperando o Reveillon mesmo! Aí sim é pra comemorar uma nova chance a tudo e todos.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Running Wild - Angel of Mercy

Depois de quase um mês de empolgação de saber que ia rolar um cover do Motörhead em Londrina, finalmente matei minhas lombrigas, eu fui. Desde o Black Sabbath eu não ia pra um show de metal ver gente bacana de preto. =D
Acabei ligando umas quatro horas antes de começar a bagaça por desencargo de consciência pro Johnny (o mesmo do Terra Celta) ver se ele não queria bater um pouco de cabeça. Ele acabou aceitando, pegamos bus e fomos!

Mesmo sendo domingo o show, ia terminar num horário aceitável que eu já usei durante muuuuito tempo nesse 2009.

Sinceramente, o Google Maps é uma maravilha. Se pá, é o melhor investimento da Google.
Eu nunca tinha ouvido falar nesse "Potiguá" e muito menos tinha idéia de ONDE ele ficava na Celso Garcia Cid (Quaaaase me estrepei pensando que o Towers Shopping era aquelas Twin Towers que ficam na Tiradentes). Após uma rápida olhada na Internet eu descobri que ele fica... ATRÁS DO ROYAL???//? O.o
Cumassim? A RODOVIA passa atrás do shopping? Meldels, e eu achando que conhecia Londrina (um pouco).

Chegando lá, deu pra ver de longe a concentração de pessoas distintas, umas Harleys estacionadas e muita mulher ruiva. Só pode ser ali...
E entramos no bar. Como era lá dentro? Bem... É um lugar grande, com umas 8 mesas de bilhar, talvez do mesmo tamanho da pista de dança do Valentino (nunca fui bom com olhômetro) e parecia mais um depósito do que um bar. Sim, risca-faca total. Eu e o Johnny mais tarde concordamos que se a entrada não fosse paga, a gente iria pra outro lugar. Tinha a banda lá, um pouco de gente num canto... Bem estranho, afinal o cartaz (que eu roubei da UEL e colei no meu quarto porque eu gostei da arte) marcava as 18:00. Só começou as 19:00 com uma banda de abertura que segundo o Johnny tinha um "vocal muito podre", mas o repertório era bom: Metallica, Ozzy, Judas Priest...

Aquelas mesas de bilhar me deixaram com os dedos coçando, porque fazia uns 3 meses que eu não jogava. A última vez foi tão divertido que eu fui dormir as 3, sendo que tinha que fazer um concurso as 8 da manhã. XD
Óbvio que eu não sou nenhum ás do "esporte", mas o meu parceiro era. Apesar dele ficar se achando, ganhando de mim que sou um amador PRINCIPIANTE, foi divertido e até chamamos dois malárias pra jogar com a gente. Um deles eu apelidei de Tony Kakko, vista a semelhança da figura tinha com o vocalista do Sonata Arctica.
Conheci lá a @Mazamin, jornalista dona do Microfonia Metalica. Garota simpática e trüe que eu conheci lendo o blog dela. E olha que mundinho pequeno: Ela é amiga do @rosalvojr... XD

Essa gente só confirmou a minha teoria de que a malária (pelo menos a grande maioria) é tudo gente fina. =)
E jogamos umas 8 fichas com cerveja caindo goela abaixo e Metallica moendo.

Aí o cover de fato começou. Eu e o Johnny (Walker nessas horas) fomos lá do lado do palco ainda jogar The King of Fighters. Eu não sei jogar KoF, mas ele sabia. Caraleo.

Mesmo chapadões e ouvindo Motörhead (A musica deles é super agressiva, deixa todo mundo louco! ) entre uma luta e outra parávamos pra dar um gole na Smirnoff e dar ombrada. Perdi. XD
Após ele perder contra a máquina, caimos no meio do pessoal e de repente uma rodinha se forma a nossa volta. Não tinha como escapar então, nos olhamos e começamos a entrar na brincadeira. Não tinha nenhum punk lá, senão de rodinha inofensiva ia virar uma guerra, como no Hallel, no show do Eterna. Loucura total, vi até a @Mazamin tentando entrar no meio dos marmanjos. Se ela não fosse mulher ia ser massacrada. A rodinha terminou logo pra sorte dela.
Orgasmatron, Ace of Spades, Traitor... Cantei as que eu sabia, fingi que cantei nas que não sabia, pulei, toquei air guitar com o "Tony Kakko" na beira do palco e bati muita cabeça. Uma hora e meia depois, acabado o show, meu sangue devia ter uma coloração alaranjada, de tanta adrenalina nele.

O Tony Kakko ainda saiu contando que ia ligar pra uma biscate"profissionáu do séquisso" pra terminar a noite de forma GLORIOSA.
Oh boy... Espero que ele tenha lembrado de usar camisinha. Duvido, hein?

E fomos embora, cambaleando pro ponto. Já era quase 11 da noite e eu tenho minha mania de "le parkour" em situações de hiperatividade + lua pela metade.
O meu colega tava acabadasso e eu com energia de pilha Duracell. Fui a uma farmácia e comprei uns dois bolinhos de chocolate pra ver se salvava alguma coisa da "quase PT".
Salvou #grazadeus.

E concordamos em outra coisa: DANE-SE que o bar era risca-faca.

Dia seguinte, consegui trabalhar, mesmo com a dor na nuca de tanto bater cabeça. Ficou uns 2 dias. Mas valeu a pena. ê ê

domingo, 6 de dezembro de 2009

Saxon - Strong Arm of Law

Blues do Satanás

Se alguém andasse pela floresta da serra por aquelas horas da noite, iria dar de cara comigo e a malária reunidos em volta de uma fogueira. Os não-malária diriam que era um sabá de magia negra ao ver aquela gente de roupa preta e cabelo comprido conversando, rindo e bebendo.
Longe disso, estávamos é cheios de adrenalina pelo show que acabamos de ver. Alguns até roucos de tanto cantar e cansados de tanto bangear. Resolvemos parar no meio do caminho de casa, na floresta pra beber vinho, cerveja e matar o resto da noite. Já que uma boa alma resolveu trazer um isopor no carro, pra que desperdiçar?
Acendemos uma fogueira e sentamos em volta pra encher a cara.
Só um "malária" novo que resolveu se misturar ao bando que era meio esquisito e destoava um pouco do grupo. No show ele não se misturou na rodinha punk, não tomou uma gota de álcool ATÉ AGORA (arrumou sabe-se lá de onde uma fanta uva) e não sabia quem era o vocal do AC/DC. Mas deixamos ele participar da reunião (na verdade num canto) e tomar a fanta-uva dele.

Lá pras 6 da matina, mais ou menos um barulho esquisito pro meio da floresta se fez ouvir, que ninguém soube dizer o que era. Gente? Certeza que não. Um bicho? Talvez, mas tava estranho demais pra ser algum gambá.
Malária que é malária cospe no chão e vai lá ver, afinal, o que os deuses do rock diriam se mijássemos nas calças? Nada bom, com certeza. O nosso "malarinha", com medo de ficar sozinho, veio atrás.
O clima não era de muita paz...
E descobrimos o que era. ondas de calor e um cheirinho de enxofre deram a dica enquanto nos aproximávamos. Bem na clareira vizinha, algo tinha subido "lá de baixo". E vimos então no centro da clareira Um clarão vermelho já me fez ter uma certeza: ERA O SATANÁS!

Só podia ser ele. Aquele círculo de fogo com um pentagrama no chão, os chifres saindo da testa, a cor avermelhada e a roupa preta com o logo ilegível de uma banda de black metal desconhecida...
Teve caboclo (leia-se o "malarinha") que mijou nas calças e desmaiou na hora com um gemidinho gay.

Daí o recém-chegado falou pra gente:
-Tenho algumas boas propostas pra vocês e vim em paz - Fazendo os chifres do metal.
Cumprimentamos ele do mesmo modo e chamamos pra tomar uma cerveja... Alguém resolveu colocar mais gelo no isopor, afinal o clima começou a esquentar.
-Tá bom. Vamo ver o que você tem pra dizer.
-Senta aí seu satã - Um amigo estendeu uma latinha de Conti pra ele - Conta pra gente o que que que vc faz.
Ele abriu a latinha com a força do pensamento e tomou uma golada. e falou como anda o Joe Ramone, o Jimi Hendrix, o Bon Scott... E umas duas latinhas depois, ele já tava um bebado chato e pé no saco. E aí ele cagou.

Começou a dizer o porque de ter vindo...
-PERAEEE SEU SATÃ! QUE MERDA É ESSA? 10% DE DÍZIMO? - Me indignei - Tem que sobrar um troquinho pra ir no largo tomar tubão e coquinho!
-A gente já é da igreja Universal do Reino do Rock! Eles só cobram quando a cerveja acaba!
-E ainda tem costelada, frango assado e churrascão! - Disse o amigo da camiseta do Iron Maiden.
Queria pregar pra gente a religião dele, um troço babaca pra juntar dinheiro. Já não bastam os padres e pastores... O bicho tava tão chapado que nem percebeu a ira da malária crescendo.
-Eu acho que ele vai é tomar porrada! - Caí em cima dele na voadora. A malária toda se enfureceu e começou a encher o pobre diabo caído no chão de bicudas com os pesados coturnos de couro, pedradas, pauladas e garrafadas.

Malária é da paz, mas dá porrada em quem procura.

Esfolamos vivo o capeta com tanto cacete. Embrulhamos o diabo num cobertor de mendigo (cinza) que um dos malárias tinha no carro pra forrar o porta mala.
-Ae, vamos jogar esse presunto lá ns cavas do boqueirão!
Foi o que fizemos. O nosso amiguinho fresco, resolvemos deixar lá pela floresta mesmo... Esse só merece zoação! Lá na vala jogamos o embrulho numa bem funda, e ao cair lá no fundo, ele se desfez em fogo e nem o cobertou sobrou.
-Aqui ele não volta mais! - E fomos embora.

Sim, deixamos o "malarinha" pra trás, dormindo na floresta.

Passada uma semana, encontramos o colega medroso. Irreconhecível por detrás da franja e da maquiagem. Depois da desventura na floresta, ele passou a ficar deprimido por termos deixado ele pagando seu erro e virou... EMO. Acompanhado de uma turminha de semelhantes, ele tava sentado no meio fio com a maquiagem borrada de tanto chorar.
A malária olhou aquilo. Se entreolhou... E um coturno voou na cara do fresco e de cada um dos amiguinhos dele, borrando ainda mais a maquiagem e aumentando ainda mais as lágrimas.


Baseado nas letras de musica de uma ótima banda: Motorocker.

Saxon - Gothic Dreams

E se, para mim, os estilos de musica fossem pessoas? Como seria minha relação com eles?
O Rock/Heavy Metal é um amigo cabeludo, vestido de preto, cruz de prata no pescoço e coturnão de presilhas. Toma umas cervejas nervosas e anda com panca de mau. Mas basta só uma conversinha pra saber porque eu curto tanto esse cara. Conversamos de tudo. Tudo mesmo. Todos os assuntos: vida amorosa, mundos de RPG, ciência, religião, política... É um cara que não aparenta, mas é bem cabeça e tem um assunto diferente por dia. É quase um irmão pra mim e nunca me abandona.
A Música Eletronica a é uma ex-namorada de cabelos lisos negros, com uma mechinha de cabelo vermelha e outra azul que sempre está vestida pra matar. Já tivemos um caso tórrido a algum tempo, e até hoje quando encontro ela na balada a gente fica e relembra bons momentos do passado, mesmo o Heavy Metal não aprovando muito esse "affair". Mas entre a gente sempre teve um clima gostoso de "amizade colorida".
O Emocore é um rapazinho mirraaaado, com roupa colada preta, cabelinho liso com franja, maquiagem no olho e piercing no lábio que sempre que eu passo por ele ele baixa a cabeça, se encolhe e começa a chorar resmungando sobre a vida e como ela é ruim com ele. Nunca parei pra conversar, mas olhando pra ele, dá pra ver que não tem muito a oferecer. É chorão demais.
O Sertanejo é um boiadeiro amigo da minha família. Chapelão sempre na cabeça, fivela que parece um escudo aegiano, botão de couro e camisa xadrez com jeans. Seus pais gostam dele, seus primos, seus avós... Todo mundo. Menos eu. Nossos papos não batem, idéias não casam, ele só sabe falar de boi e ex-namoradas. Ele tá TODA SEMANA com uma namorada nova. Mas também toda semana leva chifre. Então o assunto dele não acaba.
E o pessoal da quebrada!
O Rap é aquele cara que anda de boné de aba reta, blusa que vai até o joelho (Racionais Mc´s - Sobrevivendo no Inferno "Refrigera minha alma e guia-me pelo caminho da verdade Salmo 23:3") e anda com cara de "não me olha torto senão leva pipoco. Yo". Eu por incrível que pareça, tive uma amizade bacana com ele a tempos atrás, andava com ele e a gente ouvia som junto. Posso dizer que ele é um cara gente boa porque eu conheci ele.
Mas sabe quando a amizade esfria e chega a um ponto em que o máximo de contato vira um "e aí?" quando se cruza na rua e seguimos nosso caminho? Então...
O funk... Aff.
Esse aí é um pé no saco. Me persegue onde quer que vc vá.
Um negão careca de camiseta regata, bermudão, correntona com um $ no pescoço e sempre dirigindo um opala com uma ou duas garotas mulatas em trajes mínimos. E tocando um som que entra na cabeça e não sai mais, mesmo tendo o Heavy Metal do lado, o cara não se manca e quer só infernizar. Não entendo o que ele quer. (RONALDO?)
O reggae é aquele cara da facul que tbm onde eu vou, lá está ele. Um cara de rastafari, bonézão jamaicano e fumando algo que vc tem certeza que não é cigarro. Todo mundo conhece o caboclo, as festas que ele vai enchem, mas não consigo entender porque tanta gente gosta dele. Desconfio que é porque ele aparenta ser beeeem tranquilão e passar uma mensagem legal. Mas por enquanto deixa ele lá fazendo fumaça.

Saxon - Terminal Velocity

Comprei a revista Roadie Crew só pra ter o poster do Saxon: Crusader, colei o bendito do lado do Best of Beast que veio com meu caderno da faculdade.
Hehe, não pude deixar de relembrar de todos os outros mascotes de bandas que eu gosto. Me veio um estalo e uma idéia de post.
Porque não escrever sobre os ícones que enfeitam nossas capas de CD preferidos?

Hoje tem várias fotinhas pra vcs se divertirem XD

Eddie - Iron Maiden


Ele é um zumbi que apareceu pela primeira vez em 1980, no disco Iron Maiden. Foi inspirado numa foto da guerra do Vietnã, onde uma cabeça ficou presa num tanque e por lá mesmo ficou. =D
É interessante notar pelas capas dos CDs que há uma certa continuação no visual do personagem. Nas primeiras artes, ele aparece com jeans e camiseta e uma juba de cabelos brancos. A partir de Piece of Mind, ele aparece escalpelado (provavelmente depois da musica Run to the Hills, sobre caubóis e índios), e com um grampo prendendo seu crânio... Depois disso o coitado ficou careca pra sempre. Já enfrentou o demônio, lutou na guerra da Independência Americana, viajou para o futuro, foi preso num manicômio e recentemente ele virou soldado no comando de esqueletos. Não houve uma única capa onde ele não aparecesse. É mais conhecido até que o Bruce Dickinson
Até mesmo as pessoas que não ouvem Heavy Metal já viram pelo menos uma vez o mais simpático e divertido dos mascotes.

Snaglletoth - Motörhead


Uma cabeça com dentões de sabre, brutal e que não fecha a boca nunca. Só não apareceu na capa do Ace of Spades (Dando lugar a Lemmy e sua trupe vestidos de cowboys)
A primeira vez que eu vi ele eu nem tinha idéia de que existia essa banda. Foi no mangá de Bastard! que ele aparece como sendo o golem do Dark Schneider. Achei bacana o visual dele e esqueci o personagem, dali a algum tempo eu conheci o Motörhead e vi as capas.
-Já vi essa cabeçona em algum lug... EI!
Revi o mangá e matei a charada. É assim que a gente descobre as coisas, né?
É um dos mascotes que mais se dão bem em estampas de camisetas... Cedo ou tarde eu ainda tenho uma. =D

Hector - Hammerfall

Quem conhece Holy Avenger vai relacionar este simpático cavaleiro negro com uma arma nada ameaçadora, com um personagem que não vou dizer quem é (cof cof, Arsenal, cof cof).
Na verdade parece mais o Destruidor das Tartarugas Ninja. Eu pelo menos vejo.
Assim como o Eddie, o homem do martelo apareceu em TODAS as capas de CD. Já foi congelado, enfrentou uma espécie de sósia dele mesmo (mas mais fodão), sentou num trono, viajou por uma dimensão estranha e ultimamente ele meio que saiu da idade média pra vagar pelo nosso mundinho numa era pós apocalíptica.
É um dos meus preferidos.

Turma da caveira

Vic Rattlehead - Megadeth

The Reaper - Grave Digger

Grim Reaper - Grim Reaper

Esses três caveirões aí são estilosos, fala sério!
Vic Rattlehead é o mais conhecido, por ser uma espécie de rival do Eddie. O caveirão de terno com os olhos tampados e boca grampeada também é versátil (já enfrentou aliens e foi pro espaço), mas não tem a simpatia do zumbi inglês. De jeito nenhum=D
O coveiro é o mais quieto deles... Fica lá na Idade Média de boa, entre a guerra dos celtas e bretões (com kilt e gaita de fole), observando homens enforcados e até mesmo aparece com Jesus (numa capa bem bolada de um CD totalmente inspirado pela Paixão, ou seja, a MORTE). Mas ainda assim eu gosto mais dele do que do Vic.
Grim Reaper é uma banda que eu conheci recentemente, lançou poucos álbuns (todos incríveis) e deixou um mascote que ganhou esse top de caveirões. Quer coisa mais massa que atravessar um vitral montado numa Harley enquanto carrega uma foice num álbum chamado "Fear no Evil"? Trüe.

Manowarrior - Manowar

Desculpem o nome dele, mas o coitado nem nome decente tem.
Mesmo sendo um guerreiro bombado, com olhar sombrio que nunca mostra o rosto e tem uma fivela de cinto que rivaliza com peões de rodeio, ele nem batizado com um nome mais truezão foi.
Ainda bem que pararam com isso na década de 80.

Pumpkin Head - Helloween


A simpática "abobrinha" do Helloween foi o primeiro mascote que não fosse o Eddie que eu conheci. Obviamente uma banda com esse nome tem que ter um mascote condizente.
Aos poucos a banda abandonou o mascote. E seu som... Hoje fazem capas estranhas, feitas em 3D.
Os fãs mais antigos não reconhecem mais o Helloween de antigamente.

Keeper - Gamma Ray

Mais um mascote sem nome. Mas esse daí tem uma explicação mais coerente.
Na capa do Walls of Jericho do Helloween ele aparece com o rosto descoberto. E com a mesma roupa do mago sem rosto do Keeper of Seven Keys. Ambos do começo da banda, quando Kai Hansen ainda era o dono.
Kai Hansen quando saiu do Helloween, queria criar uma banda parecida. Adotou o antigo mascote pro Gamma Ray e investiu nele. E como o nome do mago era Keeper of Seven Keys, eu chamo o capetão/zumbi/monstro de Keeper.
Inclusive eu tenho uma camiseta com essa mesma imagem aí em cima.

domingo, 29 de novembro de 2009

Sonata Arctica - Flag in the Ground

Além de ouvir o novo álbum do Sonata Arctica, assisti a um filme no glorioso Multiplex.

2012

É sim, aquele que mostra o Cristo Redentor se partindo em pedaços.
Já vi o trailer faz um tempo, e gostei do que vi. Me lembraram que ele ainda tava passando e eu fui lá ver qualé a desse filme-de-fim-de-mundo, afinal, adoro ver filmes de fim de mundo. Principalmente os blockbusters, afinal com um orçamento maior há mais empolgação e destruição. Então, me desculpem os filmes B e independentes, mas pra ser um BOM filme de caos, os efeitos devem ser mais convincentes.

Óbvio que a profecia dos maias esteve presente. É hype hoje em dia acreditar que só porque os maias soubessem contar até 2012, quer dizer que o mundo acaba em 2012. Mas como o capitalismo rege os tecnomitos hoje em dia, porque se preocupar com algo tão bobo como a verdade se se pode lucrar uns trocadinhos (tipo uns 65 milhões de doletas só no primeiro fim de semana de exibição)?
Mas ainda bem que se concentraram mais na destruição desenfreada (caramba, nunca vi tanta coisa sendo destruida ao mesmo tempo num filme O.o) e na EXTREMA sorte dos "mocinhos".

Não liguei muito pro fato dos motoristas e pilotos terem reflexos de jedi dirigindo por estradas que explodiam e ruiam EXATAMENTE atrás deles (e bombas de lava que acertavam tudo, menos o veículo) e TODOS os carros terem suspensão que nem jipes conseguiriam ter e trações 4x4, mesmo sendo um trailer de acampamento.
Nunca tinha visto um filme com efeito de apocalipse tão impressionantes. Que "O Dia depois de Amanhã" que nada. Vcs acham que aquela marolinha que cobriu Nova York era tudo? Precisavam ver o porta aviões levado por uma onda que caiu em cima da Casa Branca, Los Angeles indo pro buraco (literalmente), Yellowstone virando o INFERNO, ou o Monte Everest QUASE inundado \,,/*.*\,,/

A história. Ah... Então...
É a mesma de sempre: dois ou três grupinhos (OBRIGATORIAMENTE os cientistas em um, a Casa Branca em outro e uma ou duas famílias que conhecem o presidente ou algo que o valha e acabam se salvando também) tentado fugir pra algum lugar onde "é seguro". Rola uns discursos nobres sobre a união da humanidade a frente de uma catástrofe nunca antes vista, como sempre.
E um pai divorciado que reconquista os filhos e a ex também. Água com açúcar total, pelo roteiro quase nenhum filme se salva nesse quesito (Armageddom é uma admirável exceção).

Mas as ironiazinhas são bacanas, ah vá!
Tem uma cena em que a Capela Sistina racha no meio, bem entre aquela pintura da Criação de Adão. Ou seja, @ocriador cortando relações mesmo??? Então tá.
Em tempo: foi o primeiro filme de desastres globais em que NÃO apareceu Nova York e a Estátua da Liberdade sendo destruída. Mas o Cristo Redentor sim.

Resumo: assista se vc tiver vontade de ver caos, destruição e o pior lado das pessoas (Inclusive em vc mesmo. Afinal é emplogante ver coisas explodindo!).

Jesus resolveu mergulhar de barriga.

Sonata Arctica - Everything Fades to Gray

Fui pro Animezone nesse fim de semana.
E a certeza que eu tenho é que a cada evento que vou, mais a graça se perde.
A magia dos animes acabou? Talvez não, ainda me sinto atraído a comparecer nesses eventos.
Mas porque cada vez que eu vou, não sinto mais aquela animação de uns 4 ou 5 anos, quando eu fui no falecido Intermangá?
Se fossem apenas os eventos, talvez a resposta fosse: "a qualidade não vem melhorando". Mas nem animes mais eu baixo, nem tenho mais curiosidade de saber qual é a moda do momento ._.
Exemplo disso foi esse diálogo:

Katia diz:
"Pobrema, ce vai no evento que vai ter no Nobel?"
Inu diz:
"Vo sim, e se pá eu levo uma touquinha pra vc."
Katia diz:
"Uhh, traz sim, gostei daquela que eu usei no Matsuri. Eu usaria na rua."
Inu diz:
"Se eu tiver grana na hora, claro."
Katia diz:
"Ce gosta dessas coisas né? Aliás, o que que tá na moda hoje?"
Inu diz:
"... acredita que eu gosto, mas não sei? To desligado disso faz... tanto tempo..."
Katia diz:
"hmmm..."

Acho que seria mais interessante ir nesses eventos totalmente relaxado. Eu podia tar lá procurando Bastard! 24 e 25, mas minha cabeça tava tão looooonge e em tantos lugares. Menos lá.

(Esqueci de tirar fotos)