domingo, 29 de novembro de 2009

Sonata Arctica - Flag in the Ground

Além de ouvir o novo álbum do Sonata Arctica, assisti a um filme no glorioso Multiplex.

2012

É sim, aquele que mostra o Cristo Redentor se partindo em pedaços.
Já vi o trailer faz um tempo, e gostei do que vi. Me lembraram que ele ainda tava passando e eu fui lá ver qualé a desse filme-de-fim-de-mundo, afinal, adoro ver filmes de fim de mundo. Principalmente os blockbusters, afinal com um orçamento maior há mais empolgação e destruição. Então, me desculpem os filmes B e independentes, mas pra ser um BOM filme de caos, os efeitos devem ser mais convincentes.

Óbvio que a profecia dos maias esteve presente. É hype hoje em dia acreditar que só porque os maias soubessem contar até 2012, quer dizer que o mundo acaba em 2012. Mas como o capitalismo rege os tecnomitos hoje em dia, porque se preocupar com algo tão bobo como a verdade se se pode lucrar uns trocadinhos (tipo uns 65 milhões de doletas só no primeiro fim de semana de exibição)?
Mas ainda bem que se concentraram mais na destruição desenfreada (caramba, nunca vi tanta coisa sendo destruida ao mesmo tempo num filme O.o) e na EXTREMA sorte dos "mocinhos".

Não liguei muito pro fato dos motoristas e pilotos terem reflexos de jedi dirigindo por estradas que explodiam e ruiam EXATAMENTE atrás deles (e bombas de lava que acertavam tudo, menos o veículo) e TODOS os carros terem suspensão que nem jipes conseguiriam ter e trações 4x4, mesmo sendo um trailer de acampamento.
Nunca tinha visto um filme com efeito de apocalipse tão impressionantes. Que "O Dia depois de Amanhã" que nada. Vcs acham que aquela marolinha que cobriu Nova York era tudo? Precisavam ver o porta aviões levado por uma onda que caiu em cima da Casa Branca, Los Angeles indo pro buraco (literalmente), Yellowstone virando o INFERNO, ou o Monte Everest QUASE inundado \,,/*.*\,,/

A história. Ah... Então...
É a mesma de sempre: dois ou três grupinhos (OBRIGATORIAMENTE os cientistas em um, a Casa Branca em outro e uma ou duas famílias que conhecem o presidente ou algo que o valha e acabam se salvando também) tentado fugir pra algum lugar onde "é seguro". Rola uns discursos nobres sobre a união da humanidade a frente de uma catástrofe nunca antes vista, como sempre.
E um pai divorciado que reconquista os filhos e a ex também. Água com açúcar total, pelo roteiro quase nenhum filme se salva nesse quesito (Armageddom é uma admirável exceção).

Mas as ironiazinhas são bacanas, ah vá!
Tem uma cena em que a Capela Sistina racha no meio, bem entre aquela pintura da Criação de Adão. Ou seja, @ocriador cortando relações mesmo??? Então tá.
Em tempo: foi o primeiro filme de desastres globais em que NÃO apareceu Nova York e a Estátua da Liberdade sendo destruída. Mas o Cristo Redentor sim.

Resumo: assista se vc tiver vontade de ver caos, destruição e o pior lado das pessoas (Inclusive em vc mesmo. Afinal é emplogante ver coisas explodindo!).

Jesus resolveu mergulhar de barriga.

Sonata Arctica - Everything Fades to Gray

Fui pro Animezone nesse fim de semana.
E a certeza que eu tenho é que a cada evento que vou, mais a graça se perde.
A magia dos animes acabou? Talvez não, ainda me sinto atraído a comparecer nesses eventos.
Mas porque cada vez que eu vou, não sinto mais aquela animação de uns 4 ou 5 anos, quando eu fui no falecido Intermangá?
Se fossem apenas os eventos, talvez a resposta fosse: "a qualidade não vem melhorando". Mas nem animes mais eu baixo, nem tenho mais curiosidade de saber qual é a moda do momento ._.
Exemplo disso foi esse diálogo:

Katia diz:
"Pobrema, ce vai no evento que vai ter no Nobel?"
Inu diz:
"Vo sim, e se pá eu levo uma touquinha pra vc."
Katia diz:
"Uhh, traz sim, gostei daquela que eu usei no Matsuri. Eu usaria na rua."
Inu diz:
"Se eu tiver grana na hora, claro."
Katia diz:
"Ce gosta dessas coisas né? Aliás, o que que tá na moda hoje?"
Inu diz:
"... acredita que eu gosto, mas não sei? To desligado disso faz... tanto tempo..."
Katia diz:
"hmmm..."

Acho que seria mais interessante ir nesses eventos totalmente relaxado. Eu podia tar lá procurando Bastard! 24 e 25, mas minha cabeça tava tão looooonge e em tantos lugares. Menos lá.

(Esqueci de tirar fotos)

domingo, 22 de novembro de 2009

Perfect Company - I´m Gonna Voodoo You

Nem ia postar mais, só que aconteceu algo que me fez imaginar o quão irônicas as coisas são.

Hoje fui na missa (milagres acontecem) e após a celebração, fui comer um lanche com o Sr Shigure. Resolvemos ir lá, pedir e ir comer nas escadarias, afinal a moto estava lá.
Conversando alegremente, olho um pessoalzinho se reunindo na frente de uma casa na frente do templo. De repente um deles aponta algo que não deu pra ver direito pra casa e só se ouvem três pipocos.

BANG! BANG! BANG!

Estavam os três de bike e sumiram.
Fiquei olhando... Olhando. Ainda bem que eles nem me viram, ou nem deram bola pra mim.
Tentei entender o que aconteceu, e quando voltei a realidade com o Sr Shigure me perguntando o que aconteceu ao mesmo tempo em que se ouviram mais 3 BANGS, descarregaram para o alto.
Só deu nego saindo da casa pra ver o que aconteceu.

Fui a unica testemunha.

A ironia fica no fato do pessoal da minha cidade viver dizendo que Londrina é violenta, Londrina é perigosa, Londrina é isso e aquilo. Mas já andei tanto pelas madrugadas londrinenses e nada aconteceu. Agora aqui, às 9 da noite é normal.
Daí lembrei do que uma vez a @juciellen me falou quando eu disse que morava na cidade onde eu moro:

-Só conheço Arapongas pela página policial da Tribuna do Norte.

O referido é verdade, e dou fé.

UPDATE: Fiquei sabendo agora que 5 minutos depois roubaram um supermercado.
Esse povo tem um senso prático incrível! =D

Accept - Fight it Back

Agora são 15:50. Acabei de acordar. Putaquepariu...
Agora já perdi o dia inteiro, pois ia passar a tarde com o simpático (note a ironia) Octave, o programa mais bizarro e bugado que eu já usei, pra um projeto de Matemática. Não sei até que ponto isso é bom ou ruim, mas dexa eu postar logo antes que eu esqueça.

Primeiramente, fui sozinho de tudo. Não teve @rosalvojr nem @katiapobrema encontrados perdidos no meio da noite pra fazer compahia.
Uma pessoa querida disse que é deprimente ir sozinho curtir, mas o que fazer quando vc tá naquela vontade louca de passar a noite acordado (Chegando a lua cheia...), mas longe de games, livros e computador, mas falta atitude pra quem vc convida? Tive muito tempo pra refletir sobre a moral da história de ontem em relação a isso.

Acabei indo no Valentino, conhecer a tal banda Naxx.
No começo tive até medo de ver aquele carinha de cabelo lambido de franjinha (emo?) e o baixista com óculos fundo de garrafa com camiseta colada (indie?), mas a seleção de musicas provou que aparências enganam. Mas eu preferia que pelo menos tivesse um sonzinho mais pesado (Kiss). Michael Jackson, Joan Jett, Bon Jovi, Rolling Stones... Sensacional.
Pedi uma sugestão que a @marianaegea me indicou: Rum com abacaxi, e me sentei no balcão pra observar o movimento da noite, já que o guarda confiscou minha garrafa de bolso na entrada ¬¬

A lotação tava razoável, e vendo por cima havia um certo equilíbrio entre calcinhas e cuecas na proporção numérica, quando o show acabou e começou a tocar tuchi tuchi. E ontem eu entendi o porque muita gnete não gosta do Valentino por ter RONALDO´s. Até hoje nunca tinha visto dois homens se beijarem na minha frente... Ontem foi a primeira vez. E foi nojento, cara! O_O
A sorte é que eu vi isso num momento em que me virei, bastava uma olhada pro palco pra sair daquela visão infernal. Mas virar de costas pra um pessoal desses não é uma boa idéia. Mudei de lado no Valeco. E essa foi uma decisão acertada. Coalhado de garotinhas baixinhas de olho rasgado. Digamos que eu aprendi um pouco mais de língua japonesa ontem =D

As 4 e meia da matina, eu fiquei em duvida se deveria ir embora... se não tava muito cedo.
Resolvi ir, pois calculei a distancia ANDANDO até o Terminal meio por cima. Nunca fui bom em olhômetro, mas por via das duvidas...
Paguei o que devia e reavi meu preciooooso, e tive a impressão de ter um gole a menos no conteudo da garrafa ¬¬
E fui. O que mais me surpreendeu foi que eu não estava nem um pouquinho cansado, mesmo tendo uma noite em que uma duvida pairava sobre mim: vo aguentar até de manhã? Nem energético tomei, ficou apenas na já citada beberagem (deliciosa, viu?) e uma heineken 600. Ainda bem que aprendi a me controlar.
E fui. Não tive medo de andar de madrugada pelas ruas de uma metrópole gigantesca no calibre de Londre... ops. Londrina. Afinal o perigo sou eu (/seachando)

A partir do ponto de bus, nada de muito empolgante, mas semana passada haviam as galinhas velhas cacarejando, mas dessa vez haviam EMOS que davam uns gritinhos estranhos e uma arriscada olhada pra trás me conferiu a visão de 3 ou 4 deles de perninhas cruzadas segurando os joelhos. TENSO.

Cheguei em casa e ao som de Raining Blood pulei o muro de casa. Quando cheguei na porta levei um susto. Vi minha mãe abrindo a porta.

-Ei! Eu nem toquei a campainha! - Meus olhos arregalados já imaginavam que ela tinha dormido me esperando.
-Acordei com o TUC! de vc caindo no jardim. "Só pode ser o Vagner".

Próximo episódio:
♠ Born to Lose. Live to Win! ♠

domingo, 15 de novembro de 2009

Motörhead - Another Perfect Day

A musica do Motörhead diz tudo.
Sem marolinhas. Esse é um post possivelmente grande.

Ontem fui pro Valentino ver o Terra Celta com o Johnny, um companheiro da malária e a esposa dele, Ana Letícia que até então eu não conhecia pessoalmente.
Duas companhias extremamente agradáveis que passaram uma noite ora TENSA ora TRÜE da melhor forma possível: aproveitando até os incríveis fail como experiencia a mais.

Como somos de outra cidade tivemos que nos aprontar mais cedo pra dar tempo de chegar em Londrina e comer algo antes. Meu pai ia me dar carona até a rodo, mas como o bom humor dele estava no máximo, ele acabou nos levando até LONDRINA O.o
Pelo menos chegamos mais cedo e tivemos um tempinho a mais pra conversar e escolher um bom lugar pra "jantar". E tomar sorvete, claro...
Depois foi a caminhada até o Valeco. Como meus parceiros não sabiam onde era o lugar, eu tive que guiá-los por ruas até então andadas só de ônibus. Sem nenhum problema, acabamos chegando e já tínhamos tomado metade do meu rum...

No Valeco, eu me surpreendi com o resultado da reforma. Isso só na entrada, depois eu ficaria mais surpreso ainda com a pista, que ficou muito mais ampla e vistosa.
Tomamos umas cervejas e conversamos de TUDO.
Johnny é um cara que quando junta comigo forma um casal de comadre comigo que discute a nata do metal a problemas conjugais. XD
Ana Letícia é a esposa dele. Uma pessoa tão divertida quanto ciumenta que sabe ser assustadora quando precisa O.o
4 Heinekens 600ml e fomos pro bendito Terra Celta.

Como eu disse antes, gostei muito do que fizeram com o Valeco na pista.
Fui lá no começo do ano, e tive a impressão de que era pequeno demais. Mas agora deram uma espaçada muito massa e deu pra curtir de boa, sem (muito) atropelamento, pois o TC ia gravar o clipe de uma musica (Até o Último Gole), não era de se surpreender que o negócio tava quase cheio.
E então começou. O petardo.

Terra Celta é uma banda tão carismática, tão divertida que eles tocam até sertanojo que o pessoal pula, canta, grita... Até eu e o Johnny, assumidamente malárias \m/
Mas de resto, todas eu conhecia: Drunken Sailor, In the Heaven there is no Beer, Vinte Años, Arrigo´s History (a que eu mais enlouqueci de cantar, fiquei rouco) e a principal Até o Último Gole. Ninguém fez feio.
Cantamos até ficar sem voz (os meus parceiros não conheciam o Terra Celta, eu que puxei. Mas foi eles pegarem o refrão que não importava mais), dançamos quase feito russos batendo palmas e jogando os pés, tomamos cerveja e mais cerveja pra turbinar os passos. E ninguém caiu. Nem gorfou. =D


Se disserem que sexo demais faz mal...
PARE DE ESCUTAR!

Mas tudo o que é bom acaba, né? =/
2 horas de show, 2 horas de animação, 2 horas sem parar de suar. Eu preferi não ir de coturno e camiseta preta, fui com uma camisete e tênis. A melhor/pior decisão que eu tomei ontem... Vcs vão ver porque foi ruim depois. Mas tava um calor de lascar.
Após o show, o Élcio abraçou a Ana Letícia, apertou a minha mão e a do Johnny que achou a banda foda, e ainda mais foda por serem tão humildes de descerem do palco pra receber os elogios. Pena que estavamos apenas com os celulares e não deu pra tirar (muitas) fotos =/

Fomos embora finalmente, enlouquecidos pela adrenalina, pela bebida e pela noite. Abri minha camiseta e fomos cantando o que nos lembramos do show até o Habibs... Porque pro Strettos nem dava mais.
E do nada caiu a chuva, fininha a início, que depois piorou.
Como eu senti vontade de morar em Londrina...
Ficamos presos as 3 da matina no mesmo lugar onde jantamos... Eu só tomei um capuccino, cruzei os braços e cai na mesa. Dormi um pouco, mas a chuva continuava... Assistimos amor bandido (lutas de vale-tudo) e quando a chuva diminuiu (um poquinho) fomos embora... E resolvemos dormir num lugar pela rua mesmo. Isso era 4 e meia da manhã. O primeiro bus saia as 5:30.

Isso é daquelas coisas que constróem o caráter. (INUGAMI, 2009)

Chuva desgramada de fria... Eu sem blusa passei um frio lascado com uma camiseta leve. No começo da noite isso foi WIN, mas agora virou um FAIL.
E lá fomos nós nos acomodar na Piauí, debaixo de um toldo grande de estacionamento. Conversamos até o sono cair pra cima de mim. Johnny foi o unico que ficou acordado. Todo mundo moído. O efeito do álcool passou faz meia hora e aquela ressaca veio forte.
Mas ainda bem que pelo menos a chuva diminuiu e podemos chegar (sob vários: falta muito? Já é ali?) no ponto...
O busão chegou e fomos embora num ônibus com umas 5 vadias conversando, rindo feito hienas sobre os que elas cataram na festa (uma disse lá que pegou um pai, filho, e dois tios... AO MESMO TEMPO). Dormi, mesmo com tanta algazarra até Rolândia.

Chegamos na nossa cidade as 7 da matina. Cansados, mas felizes.
E pelo menos eu, cheguei com o pensamento de que tudo valeu a pena.

Valeu mesmo. E faria tudo de novo o/
(Mas levaria uma blusa)


VAMOS ESTRELAR ESSE VALENTINO!
(Isqueiros e celulares)

Motörhead - Going to Brazil

Quem diria?

Fui mexer só numas corezinhas do blog e olha só: resolvi reinventar um pouco o layout.
Pra começo de conversa, deletei o lay anterior e substitui por um dos padrões do blogger (minima black) e daí pra frente a brincadeira com as cores e tamanhos começou.

Ficou meio Whiplash quando eu terminei e olhei o bagulho. Só depois que eu terminei que percebi.
Mas ficou bacana, não?

Só a imagem que eu não tenho coragem e nem quero mudar. Talvez um dia... Talvez...

Não sentirei falta do layout bagunçado do AYN anterior...

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Judas Priest - Electric Eye

As vezes parece que eu não sou desse mundo. Melhor, desse país.
Todo brasileiro, segundo alguém que gosta de generalizações, gosta de cerveja, futebol, bundas, carnaval e samba.
Não me enquadro nadinha nesses itens.
Até prefiro seios do que bunda =D

Hoje, na saída da faculdade enquanto esperava minha van sair, cheguei do lado de uns amigos conversando com o motorista. Durante a meia hora ali que eu fiquei ouvindo, o assunto apenas era um: Futebol.
Corintianos e palmeirenses trocando piadinhas, fatos e jogando na cara os titulos e glórias que ambos tiveram. Comparações de times e contratações. Eu, claro, fiquei a parte.
Mas me diverti muito vendo o quebra pau por tão pouca coisa. Até que um deles vira pra mim e diz:

-Nessas conversas vc fica quieto, né? - Em tom de brincadeira.
-É divertido ver vcs discutindo por tão pouca coisa. - Respondi

Soltei um RONALDO num momento propício lá pra não ficar sem comentar nada e arranquei alguns risos. Missão cumprida.
Mas depois disso fiquei pensando: Porque não gosto de ser "brasileiro" em meus gostos?
Porque futebol não me atrai, porque o carnaval é enjoativo e porque prefiro metal e eletronica a samba e sertanejo?

Simplesmente não vejo graça em ver jogo. Não esperem uma grande explicação, pois essa é a unica mais completa que eu posso dar.
Não ataco, pois é algo tão bem enraizado na sociedade que seria inútil fazê-lo. Minhas palavras se diluiriam fácil no meio da sopa cultural. O que me resta é apenas deixar pra quem gosta.
Mas o problema é que quando descobrem que vc não tá nem aí pra quem vai pra Libertadores, já te tratam como um ser de outro mundo. Mesmo sendo um acadêmico, a cabeça das pessoas parece que ainda é fechada pra entender que nem todos somos feitos pra ver uma bolinha disputada por 22 machos (?) no gramado.
Já me pegaram pra conversar sobre isso na mesa de bar. Jogaram pra mim que eu tenho é que sofrer, porque é lindo ver milhões juntos num só coração e bla bla bla...
Só me fez ver que não tem necessidade nenhuma de adotar camisa. Sofrer eu já sofro com meu PC, torcendo pra rodar um video no youtube sem travar.

E não é só assim que as pessoas te olham torto.
Se vc não curtir praia, se não se interessar pelo carnaval, se pedir uma smirnoff ice ao invés de uma cerveja (tomo cerveja sim, mas apenas acompanhado), se o seu som não toca funk ou sertanejo... tudo cria uma espécie de nojo nas pessoas mais cabeça pequena em relação a você.
Não tenho medo de expor meus gostos e dizer que não tenho brasilidade. É uma espécie de seleção natural.
Afinal, é mais gostoso conversar com alguém mais cabeça aberta pra idéias diversas ou alguém bitolado que só sabe comentar a decisão "burra" do técnico do time tal?