quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Rammstein - Pussy

E aqui estou eu, finalmente ouvindo o CD novo do Rammstein.
20 minutos antes do lançamento oficial...

E TRÊS VIVAS AO TORRENT!!!

(agora só tenho que colocar no celular e ouvir sem parar até decorar as musicas, sem nada de "tá foda camarada", "twitter, twitter" ou "tenshiiii")
O que eu achei mais perturbador nesse álbum novo foi a notícia do Whipslash de que seria lançado um box especial com 6 CONSOLOS, UM PAR DE ALGEMAS E GEL LUBRIFICANTE!
Bem a cara deles: bizarro e pervertido.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

White Stripes - Seven Nation Army

To hell and back again!

Nada de ir inferno, mas não resisti cantar o refrão trüe do Saxon. XD
Pelo contrário, foi um fim de semana interessante. Apesar de poder ter sido diferente e mais aproveitado.

Começou na sexta, com aquela excitação toda de meldels dois feriados pra morcegar, procrastinar e dormir até tarde (inclusive várias outras formas de preguiça). UEL só fui pra renovar o livro que eu tava lendo (e que devo relatar a história dele em breve), dar um toque pros meus amigos e ir pro shopis a fim de ver um filminho. Munido de minha célebre "valise" cheia de materiais pro fim de semana (Não, não carrego armas de curto calibre, heroína e nem maços de dinheiro pra lavar, como já me perguntaram, afinal dificilmente eu me separo dela. Quem me conhece sabe.) peguei bus e fui.
Como ainda me restava uma hora até a pessoa com quem marquei aparecer no cine, deu tempo de bater canela pelos corredores labirínticos do Catuaí (digo labirínticos porque é o unico lugar onde nunca consegui me localizar, mesmo com minha mente GPS parece que tem um campo eletromagnético na região que bagunça minha mente analógica). Ver as coisas sem querer ver o preço, eu naquele lugar sou assim, como mais tarde eu vou relatar, é a melhor coisa a fazer.
Depois de ter meu coração esfaqueado várias vezes vendo coisas que eu PRECISO a preços exorbitantes, fui pra um lugar mais neutro pra mim: a frente do cine. Me sentei, contemplei as pessoas e abri minha "valise".

O item que retirei foi o livro que eu tava lendo: Os Sobreviventes. Li umas 40 páginas.
To lendo esse livro faz uma semana. Uma resenha? Ok, ok.

Eu vi esse livro na prateleira da "ficção americana" na BC da UEL e algo me disse pra pegar ele, eu já conhecia a história?
Obedeci a minha consciência, pensei qualquer coisa e folheei o bicho. É um livro meio antigo (a lombada tá se soltando e ele tem uma capa dura com textura tosca) e não tem as formidáveis "orelhas" que contém aqueles resuminhos que fazem vc se interessar de primeira pelo livro. Tive que apelar pro prefácio. E minhas suspeitas se concretizaram.
Já vi a um tempo atrás um filme chamado "Vivos" em que um acidente de avião nos Andes fazia com que uma equipe de rugbi do Uruguai passasse por extremos que iam de enfrentar temperaturas de 20º negativos a ter que se alimentar dos mortos para sobreviver. Sim, o filme é forte, mas nada comparado aos detalhes das 295 páginas do livro. Hehehe.
Basicamente o livro conta TUDO o que eles passaram, desde momentos antes da viagem (precedidos de uma introdução a história do Uruguai e da inclusão do rugbi nos esportes nacionais, rivalizando com o futebol) e do porquê da viagem do time ao Chile. Coisas que o filme omitiu, por ser... FILME.
Eles fretaram um avião ao Chile para disputar um jogo importante e como ia ficar muito caro só o time pagar a viagem, chamaram parentes, amigos e tudo mais para ir nessa com eles no Fairchild (o nome do avião). Nos Andes, uma tempestade mutcho loka faz o avião se despedaçar e perder a cauda e as asas, sobrando só o tronco do avião que ao invés de se espatifar numa rocha, cai num vale de neve e deixa uns 26 sobreviventes. A partir daí, é só sofrimento pra cuidar dos feridos, se arranjar em necessidades básicas e procurar uma forma de sair daquele ermo onde nem um passarinho passava voando. E nos dias seguintes os "náufragos" se vêem numa situação tão desesperadora que entram em um dilema: comer ou não comer os corpos dos mortos?
Essa questão, de longe é a que mais trouxe holofotes para a história (que esqueci de dizer, mas é o RELATO REAL de um acidente que aconteceu em 1973), afinal, todos os tripulantes eram cristãos católicos e se viam entre morrer e sobreviver quebrando um dos tabus mais fortes da sociedade: canibalismo. E aí? Comofas?
Simplesmente fas!
Durante os 70 dias em que estiveram presos na montanha, tiveram que superar a repugnância do ato e aguentar as pontas. E em detalhes contaram os diferentes sabores que as partes do corpo têm. Assada, por exemplo disseram que os musculos tem gosto de carne de boi,só que mais forte. Evitavam comer coisas como mãos e pés, que eram partes visualmente humanas, ao contrário do resto que nada tinha de diferente com um bife de açougue. Detalhe que todas as partes eles comiam cruas mesmo, porque fazer fogo era complicado e assim eles aproveitavam melhor as proteínas. Eu li e, claro, senti certo nojo dessa atitude (corajosa), mas deve-se entender que os instintos básicos são sobrepostos a dilemas morais, por serem mais antigos e latentes. Nem preciso ficar me perdendo em delongas explicando, certo?
Ao fim, eles organizam uma expedição a fim de encontrar uma rota de fuga eles mesmos, já que as buscas não acham eles. Outro ponto interessante do livro, é que ele é dividido em duas partes distintas: A narrativa dos "náufragos" e dos pais. No filme, tudo é concentrado no Fairchild, deixando a busca dos pais de fora. Mas no livro, uma boa parte mostra o desespero e esforços dos pais em fazer o governo de três países e vários órgãos saírem numa busca considerada perdida (até o padre voador foi abandonado depois uma semana de buscas... Tadinho). Acrescentou demais ao livro.
A expedição feita consegue chegar a um campo chileno onde encontra alguns boiadeiros que providenciam imediatamente contato com a civilização e assim salvam os doidos perdidos. Dos 26 que caíram na montanha, apenas 15 voltaram VIVOS. E ainda houve mais coisa, pois o filme só mostrou até onde eles foram resgatados e não o que aconteceu depois, o reencontro com as famílias e nem a coletiva (onde tiveram que confessar o que fizeram pra sobreviver nos Andes), muito menos o encerramento, na missa feita no local da queda.

Não terminei ele na entrada do cine, isso eu fiz na noite de sábado, pois depois de ler 3 capítulos inteiros, fechei o livro e guardei na minha "valise". Dois minutos após guardar, alguém me cutucou o ombro e me virei pra levar um beijo-surpresa. Bom.
Aí fomos ver um filme que, pelo cartaz eu não veria, mas li a sinopse e me interessou pacas: A Verdade Nua e Crua.
Hehehe, fazia tempos que eu não ria tanto num cinema. Pra falar a verdade, nunca tinha entrado num cinema pra ver uma comédia romântica, pois sempre achei muito morninhas pra excitar tanto quanto uma animação ou um filme de ação ou desastre. Mas ri, e ri muito com as trapalhadas da solteirona contra o anti-romântico.
E lá vai eu falar mais uma vez de uma obra. Foda-se.

Uma produtora de um programa matinal têm aquela fantasia de toda mulher pra achar o príncipe encantado e se torna uma solteira irremediável, porque não acha ninguém com a lista completa. Depois de ver um programa apresentado por um cara que despeja a "verdade nua e crua" em cima das mulheres (de que não existe homem perfeito, amor é lenda e tudo gira em torno de satisfação sexual) ela liga pro cara e é esmagada pelos argumentos dele.
No dia seguinte, adivinha quem é que vai começar a trabalhar com ela? :)
Os dois tem atritos constantes, mas ele começa a pegar a confiança dela pra conquistar um cara. E dá certo!
O problema é que ele se apaixona por ela e vê que a "verdade" nem sempre é a verdade verdadeira. O final, bem... É mais clichê do que novela das nove oito e nem vou comentar aqui. Mas gostei, apesar de fraquinho foi um ótimo "combo breaker" depois de tanto filme agitado e violento.

Nunca fiquei até depois das 11 no shopping, sexta foi o dia. E dá certa angústia de ver tantos corredores apagados e lojas fechadas num lugar sempre tão iluminado e cheio de pessoas. Estacionamento vazio...
Fui dormir na minha vó, que me recebeu nos dois dias seguintes.

No sábado, fui bater perna pelos centros de Londres a procura de alguns itens necessários. Um tênis novo e uma calça nova. Além disso, eu to a fim de arrumar um coturno. Um sapato mais resistente, pra aguentar o tranco de um cara que vive correndo pra lá e pra cá, parecendo um comercial do Discovery Channel de leões correndo atrás de gazelas na savana africana (segundo certas pessoas, é exatamente assim meu dia a dia). E claro, pra ir nos showzinhos de rock.
Uma idéia na cabeça, um almoço na barriga e vambora! Mas não antes de andar pelos sebos (prioridade, né?) descobrir LPs com capas bizarras e livros que vc só ouviu falar (e não pode comprar).
Fui ver nos lugares e achei os sapatos que eu queria, mas olha só como o destino ri da minha cara: Os itens que eu gostava, não tinha do meu número (é duro ter uma lancha 42/43) ou era CARO PADIABO!
Achei o coturno que eu queria. Uma "assault boot" linda de ver. Testei no meu pé do mostruário mesmo e nunca senti um calçado tão confortável. Sorri ao olhar no espelho: É ESSE!
Lembrei de ver o preço e ... um valor tão obsceno que tirei na hora, pois vai que até testar ele precisa pagar? 750 REAIS! Saí da loja tremendo de medo.
Acabei resolvendo procurar por Arapa mesmo, contradizendo o que eu falei naquela minha listinha de sintomas de "quase-londrinidade". Aqui eu vo achar.
Sábado a noite eu voltei para minha "base provisória", terminei de ler o livro e comecei a ler Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban.
Domingo, minha vó me disse que ela ia pra Arapa e ia ficar até segunda. Fiquei em Londrina, porque a japa me chamou pra ver outro filme, mas na casa dela. Daí passei o dia dormitando, lendo, vendo TV, jogando no cel (isso me trouxe problemas)... Sem Internet a vida é uma merda. Mas aguentei o tranco e esqueci de tudo.

De noite, fui ver um filme brasileiro que eu paguei pau. Ok, é aquela mesma história de prisão/sexo/violência, mas foi diferente. Estômago.
É o conto urbano de um nordestino chamado Raimundo Nonato que chega em São Paulo e começa a trabalhar explorado por um dono de bar, fritando coxinhas e pastéis. Os salgados fazem sucesso e o bar lota. Logo ele é descoberto pelo dono de um "Ristorante" e aprende mais requintes de culinária.
O que eu mais gostei foi a forma com que a história foi contada em duas partes. Enquanto a saga do crescimento de Nonato é contada, um "paralelo" dele na prisão que acontece muito depois é também incluído no meio. Alguma coisa ele fez, disso vc pode ter certeza. E relacionado ao que é contado do passado. Eu fiquei toda hora tentando entender o que foi que ele fez. Se ele quebrou a adega do dono, se ele se aproveitou do ristorante com a prostituta, se ele matou o dono... Mas logo tudo é desfeito. E o final... Rapaiz. É assustador.
Numa certa parte, as duas histórias se encontram. E quando tudo o que ele passou em liberdade é contado, a parte da prisão chega ao fim relatando o que ele vive no momento atual. Paguei pau.
E alguns requintes eu tbm aprendi... Angustura com rum, será que fica bom?
A companhia ajudou tbm a gostar do filme... ^^

Bem, o domingo foi dia de acordar as 5 da matina com granizo e dormir até meio dia, só sendo acordado pelos rojões e barulheira de carros. E pelo susto do horário, tinha que ir embora, afinal no dia seguinte é voltar pra realidade.
O ponto de bus era do lado da casa, mas tava demorando muito. Feriado, né? E o duro é que minha bateria do cel acabou e nem ligar mais meu cel tava ligando. O espertão aqui nem pra levar um carregador...
Do Sabará à UEL fui andando. Sem medo, sem pressa, sem cansar. Assoviando de Kill Bill ao tema da Escócia em meia hora cheguei ao ponto do Vega e batata: o Til passando. Se eu tivesse com qualquer outra pessoa, essa pessoa nem iria, parece que só eu mesmo não tenho preguiça =P
Daí pra minha cidade, nada de mais, exceto que descobri que em Rolândia tá rolando a Oktoberfest. Da rodoviária, fui explorar a cidade e descobri o lugar onde tá tendo. Semana que vem, Sr Shigure está CONVOCADO e quem mais quiser ir domingo pra curtir um sonzinho alemão vai tar massa. XD
Sério.

Assim termina meu fim de semana prolongado, comigo a uma hora na frente desse PC ouvindo de White Stripes a Rainbow e tomando um café com rum (comprei um litrão... É mais gostoso que eu pensava! YAAAARRRRR!)
Post grande, mas pra compensar a semanalidade de meus registros. Serviu? Tem que servir!

Pra comemorar do dia do pirata atrasado.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Iron Maiden - The Flash of the Blade

E pela primeira vez, um post direto do LIG da UEL! /o/o/o/o/o/o/ #galeravaialoucuuuura!
A musica vem direto do meu celular, o café foi surrupiado da sala dos professores e pessoas a minha volta acessando orkut e pornografia em proxys anônimos. Isso é UEL! Ame-a ou... Faça UEM! Ou pague UNOPAR.

Hoje estou:

  • Ansioso: Afinal, visitei o site do Rammstein e liberaram a data que o puto do álbum novo (Liebe Ist Für Alle Da - O Amor é para Todos) vai sair dia 16. Daqui a 11 dias FINALMENTE vai sair o álbum mais aguardado por este cão que vos fala.A 4 anos. Nem o Into the Labirinth, do Saxon (minha banda gravada no coração) foi tão aguardado!
  • Aliviado: Afinal, a novela da UEL terminou. FINALMENTE. Tá, não consegui fazer a aula que eu queria pra terminar o trabalho que eu comecei semestre passado com as meninas, mas pelo menos eu vo fazer as duas DPs que me prendem desde ano passado e liberar minha situação. Fazer faculdade na UEL mata a paciencia de qualquer Buddha.
  • Animado: Afinal amanhã sai o pagamento e com ele, várias continhas chatas penduradas em cima da prateleira na frente do meu pc. Caraleo, devo 50 pilas pra minha mãe e esse fim de semana eu tava afinzaço de ir pra Londrina. E meu aumento tá em processo de aprovação. Minha vida é tão burocrática e sistemática que eu acabo me infectando com isso.
  • Afim: Conheci uma mestiça gracinha na sexta feira. Rolo química (e física), marcamos de tomar um café e conversar mais nesse fim de semana agora. Vida nova, atitudes novas, pessoas novas :)
  • Tresloucado: Descobri uma banda incrível, um som cru do jeito que eu gosto vindo direto da Inglaterra. Grim Reaper. Rock de qualidade sem papas na língua e sem farofice. ROCK YOU TO THE HELL!!! Claro, coloquei nas minhas seleções que deixam vizinhos evangélicos xingando alto. Fiquei o fim de semana quase todo sozinho em casa.
  • Orgulhoso: Tirei uma foto do meu quarto depois de finalizar o 5S v3.0. Todos os livros arrumadinhos e descobri que preciso de prateleiras novas. O que não coube no espaço existente, foi pras caixas.

Agora minha gente, preciso ir.
Ter uma ou duas aulas na semana tem lá suas vantagens, me chamaram pra ir curtir uma amizade logo ali no Beco. Só gente do metal e nerds. Na faixa. ^^

Esperar pra ver! o/
Esse daí PROMETE!

sábado, 3 de outubro de 2009

Pearl Jam - Do the Evolution

É duro receber (relativamente) bem e chegar no fim do mes e não ter um puto pra ir tomar uma cerveja. Muito menos pra ir pra Londrina.
Nao é má administração... Esse setembro que comeu minhas pernas. Precisei pagar tanta coisinha (concursos, parcelinhas atrasadas que eu nem lembrava...) que meu orçamento foi pro espaço. Não tá na hora de cobrar aquele aumento a tanto prometido? :)

O negócio é sentar, meditar um pouco e depois tomar um red label com bastante gelo pra refrescar as idéias.Por falar nisso, aprendi a fazer um drink delicioso com nome de divindade indiana: Shiva.
Fiz aqui em casa e fico diferente do que eu pensava: BEM MELHOR! *.*
Ainda nas bebidas, to ficando com angustia de ver o bar da sala encher de vinhos ruins e Sidra Cereser e ninguém abrir nenhuma garrafa. Caramba!
Não é exagero. São 17 ou 18 garrafas que tão lá a séculos e ninguém nem tem coragem de tirar uma simples rolha (Se bem que o Homem Rolha pode saltar a qualquer momento de um dos cabernets sauvignons. Nunca se sabe, né? #OsImprováveis). O duro é que o fim do ano tá aí e vai encher mais ainda. E continuar a enfeitar a sala...

Nessa semana eu não fiz coisas muito notáveis, essa é a razão da falta de posts. E estou em uma entressafra criativa. Mas me ocorreu uma idéia incrível. Fazer um "uncut" de Laranja Mecânica, ou seja, um conto em que alguns detalhes não expostos pelo livro sejam mostrados de acordo com o que EU imagino que tenha sido.
Agora vamos colocar os bois no lugar deles.
Laranja Mecânica é um filme de Stanley Kubrick baseado num livro de 1962 onde a história de Alex, o lider de uma gangue de arruaceiros pratica crimes (roubos, vandalismo e estupros) pela cidade de Londres num futuro incerto. Até que Alex é preso e para ser solto mais cedo, ele resolve participar de um método experimental de regeneração de criminosos...
Vi esse filme ano passado e por esses dias eu estava me lembrando de algumas cenas. Me veio uma luz: Vou escrever o ponto de vista do escritor espancado e humilhado que ficou paralítico depois de uma "visita" do bando.
Talvez a idéia seja boa, e pretendo levá-la a frente.
Farei.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Rainbow - Drinking with the Devil

LOBO
Despertai mais uma vez
A hora chegou.

domingo, 27 de setembro de 2009

Xandria - Like a Rose in a Grave of Love

Espanta as traças e baratas, tirem o pó de cima do armário e tragam os sacos pretos de lixo que hoje é dia de faxina!

Após tirar uma foto pro orkut onde eu resolvi mostrar minha humilde coleção de literaturas, revistas e enciclopédias, olhei direito praquilo e bati na própria testa:

-QUE BAGUNÇA, CARALEO!

Antes de mais nada: Bagunçado não quer dizer desorganizado.
Sei exatamente onde está cada livro no meio daquele caos (quem tem meu orkut vai concordar que caos foi um apelido tchubiku). Mas deu vergonha. Coloquei no orkut pra não esquecer da minha ineficiência em deixar as coisas arrumadas muito tempo.
Olhei em volta no meu quarto (o comodo que mais tem coisas por m2 em casa), respirei fundo e FUI PRO COMPUTADOR.

Antes que pensem que eu procrastinei o processo, resolvi é começar no meu mundinho virtual a tomar tento. Quem já usou meu computador, sabe que é bizarra a forma que guardo as coisas e trato delas depois. Todos os downs de imagens vão pra Desktop e os arquivos diversos vão pra uma obscura pasta com algum nome do tipo "Síndrome de Down", "Porto dos Milagres", "Chegada"... Usados, descompactados, instalados. Não importa o que eu faço com os trecos, deixo lá "porque quem sabe vo usar depois?"
Imagens são um caos a parte. Geralmente pra postar no blog, fazer um wall novo pro celular ou simplesmente porque eu gostei, as imagens se acumulam no desktop de forma a camuflar a imagem de fundo... Causaria pesadelos em algumas pessoas da faculdade.
Musicas... Baixo bastante. Mas dificilmente eu levo elas pra pasta própria. Hehe.

Nesse clima de Chaos Mode, eu surpreendentemente encontro qualquer arquivo que busque O.o
Mas depois da situação pela qual passei no meio fisico, olhei pro virtual e falei "cacete, que merda é essa?".
120 Gb (divididos em 40GB particionado 15/25GB e um inteiro de 80GB) inteirinhos pra eu me divertir! Yupiiiii!

Agora é hora do 5S!

Seiri: Senso de utilização.

Comecei dando um panorama geral em pastas de backup que eu guardei na partição pra esse fim. Deu medo.
3 formatações que aquelas coisas tavam lá. Tinham 3 pastas (Backup, Chegada e Depósito) coalhadas de arquivos mortos, musicas que eu usava e imagens que eu nem lembrava que existiam mais. Sabe quadno vc tá com preguiça de colocar na pasta com 5 níveis? Sim, eu concentrava tudo na pasta da área de trabalho e ligava o foda-se.
Pacientemente entrei em cada uma delas, fiz uma pasta dentro de cada uma delas e testei todos os arquivos que talvez eu ia usar. Fiquei surpreso com o tanto de coisa que a gente guarda sem precisar. Mais de 1200 toques de celular onde eu salvei... 20? Foram o ponto alto desse senso.
Ao fim, eu tinha 5 pastas só nessa partição. Coloquei elas em outra pasta unificada e joguei fora da partição.
Fui na outra de 80GB e fiz o mesmo... Esse HD tava quase cheio e demorou mais tempo do que o necessário pra selecionar, mas consegui mais umas 5 pastas de arquivos ÚTEIS.

Seiton: Senso de ordenação.

Essa foi a parte mais chata.
Pastas iguais, parecidas ou duplicadas foram todas unificadas, atalhos foram abolidos e muitas pastas vazias ou com poucas coisas foram extintas. Chato, mas foi recompensador ver aquelas 477651498171 pastas virarem 5 (Imagens & Fotos, Musicas, Mangás e HQs, Videos e fiinalmente Downloads.)
Ainda não terminei de arrumar tudo, tenho duas partições pra organizar e deixar nos strinks.
Mas uma boa parte dos arquivos já foi colocada em seu lugar, discografias foram unificadas (baixei Saxon, Motorhead e Iron Maiden completos, mas tinha álbum aqui e álbum acolá... Tava complicado de fazer uma playlist decente e totalmente funcional) e coisas foram descobertas no meio disso tudo. Cada coisa do arco da velha...

Seiso: Senso de limpeza.

Esse eu vo ser sincero. Vo fazer semana que vem, junto com a formatação TOTAL do HD principal (o particionado). Mas já fui arranjando algumas coisas hoje mesmo... Junto com os dois sensos anteriores. De fotos antigas de coisas que eu tava guardando a toa, musicas e bandas que eu só ouvi uma vez e não vi mais, textos em POWERPOINT (Cara, tava guardando mensagens motivacionais com imagens de bebês!), setups de programas #fail... Tudo foi pro lixo.
Ainda tem muita coisa pra passar a vassoura.

Faltam ainda o Seiketsu (Saúde ou Padronização) e o Shitsuke (Auto-disciplina), mas esses dois são mais de longo prazo e pretendo seguir não só no meu pc quanto também no meu quarto, mas eu já so mais resistente a jogar coisas materiais fora. Pedirão demais se eu me desfazer dos meus queridos livros. Pra não acharem que eu so lixeiro, da ultiam vez que arrumei meu quarto, fiz 2 sacos grandes de lixo quase rasgarem de tanta coisa dentro deles.
Só o Shitsuke que não desenvolvo bem mesmo... Logo o mais importante =/

Whatever.
Espero só que depois da limpeza/formatação do meu bichão de 256MB ele rode pelo menos um videozino do youtube. Não aguento mais só ouvir o pessoal falar do último dos Improváveis e eu não poder assistir... Foda.

Post estranho, com um cheiro de mofo e um sabor de papel A4 de tão... Monótono.
Mas, me diverti escrevendo ele. O meu momento se foi. Agora o momento vai ser de vc que acabou de ler isso. Tomara que ele tenha tido alguma utilidade, talvez conhecer algumas novas palavras nipônicas (porque duvido que o 5S tem desconhecedores).

Abrindo espaço para outro assunto: Conheci uma pessoa incrível essa semana. Terminei o assunto.

Tenham um bom dia/tarde/noite!

Domo Arigatou pela paciência! =D

sábado, 26 de setembro de 2009

Rainbow - Fool for Night

Demorei pra postar, mas não abandono o blog!
Pessoas criam blogs, abandonam os mesmos, mas eu to aqui. Firme e forte.

Tanta coisa diferente aconteceu do último sábado até hoje... Hmmm. ^^

Primeiramente: Sim, eu saí semana passada. Fui de novo curtir a noite com Katia & Cia em alguns lugares diferentes. E tive medo.
Após um atraso vergonhoso da Garcia, cheguei em Londrina pouco depois das 11 da noite e como eu tava atrasado, tive que jantar sozinho enquanto o pessoal tava já só nos bebes. Normal.
Assuntos estranhíssimos rolaram. Não vou comentar nada dos papos aqui...
Depois, uma metade do pessoal resolveu ir assistir um filme, mas eu, Katia e duas colegas dela resolvemos esticar em algum lugar. Perguntaram sobre as restrições e eu:
-Não sendo bar gay tá ótimo.
Ficamos em escolher algum lugar que não pedisse RG, barato (óbvio) e perto. Ficamos com o Estação Café. Claro, fui.
Chegando lá eu notei que é menor do que eu pensava e bem diferente. Na verdade eu SEMPRE passei lá na frente de ônibus (A. Vieira e Campus) e nunca tinha percebido que era lá o lugar. Der. Mas é um ambiente gostoso, apesar de meio encoxador. Sorte que havia mais mulheres do que homens :)
Apesar disso, eu queria só beber mesmo. Não tava com vontade nem animo de "caçar".

Milagrosamente achamos uma mesa livre e começamos a bebedeira e os papos cabeça. Como eu levei meu supercantil de vodka, teve 4 doses de álcool puro que só eu acabei tomando, misturando com sal/limão/whatever. Pediram tequilla. Muito loko o negócio.
E caí no samba. Sim meus amigos... Eu, um cara que usa preto e ouve Running Wild me animei a arriscar dançar um sambinha de raiz bem gostoso de ouvir. Como eu so uma negação em conhecer essas musicas, prefiro não arriscar dizer quem cantava.
Meus planos eram ir no Strettos, mesmo sozinho pra ouvir um alternativo (Wezzer, The Killers, etc) mas creio que eu teria me divertido menos se seguisse o plano original.

Depois de curtir as ótimas compahias (as 3 sabiam conversar sobre tudo! Adoro gente assim!) e tomar umas bem lokas, resolvemos que a saideira seria lá no Pé na Cova. Muito loko, sempre ouvi falar desse lugar, mas nunca fui. Nem tinha idéia de como era.
Simplesmente um barzão. É.
Lembrei do AF. Afinal, os eventos de anime daqui de Londrina ("Daqui de Londrina") são exatamente como o AF, que é algo umas 10 vezes maior. Fora isso, nenhuma diferença.
O Pé na Cova é um bar desses de esquina, mas 4 vezes maior. Não vi diferença do bar do Bigode ali da esquina. XD
Já tava torto nessas horas e banheiro de meia em meia hora. Fui pro banheiro do Pézão e cara, nunca fiquei com tanto medo e nunca passei por uma situação tão... RONALDO.
O banheiro masculino e feminino é um do lado do outro. E só tem uma cabine: é uma privada e uma pia. O resultado é fila de homens no banheiro. Normal.
Tava fechado e tinha um cara na minha frente, mamado.

-Ei, vc vai usar o banheiro? - Ele perguntou.
-Sim, tem gente aí dentro? - Inu respondeu.
-Tem sim... Ow, ce num quer m***r em mim quando abrir?

Nessa hora, eu nem acreditei no que ele falou. Fiquei sóbrio na hora e olhei pra ele durante dois segundos e... vazei, porque ele tava tentando abrir a porta com o outro cara lá dentro. Aproveitei que ele tava de costas, dei meia volta e saí do bar. Fui atrás de um carro e me aliviei ali mesmo.
A lucidez veio e parece que eu nem bebi nada, depois de um episódio desses pudera né?
As meninas riram tanto quando eu contei.
RONALDO.

Daí, já era 5 da matina e fomos descansar "merecidamente". Após um rápido miojo, caí no colchão da sala e desmaiei.
Acordei no outro dia, (10 em ponto) com a Katia me dizendo que ia pra Tamarana visitar o pai dela. Pulei do colchão na hora e estranhamente não tive ressaca. Mesmo com as 3 garrafas de cerva, meu cantil de vodka e 1 de tequilla. Deve ter sido o susto...
Despedi da minha melhor amiga e segui a Sergipe.

Almocei caro no Royal (Self Service + falta de noção de pesos e medidas do Inu = 21 reais num prato-montanha onde sobrou só um pedacinho de lombo que não entrava de jeito nenhum.), encontrei a preeeema no calçadão e fui embora num ônibus amarelo. Procedimentos normais.
E eu achando que a noite ia se resumir a PS2 até as 4, como hoje.
Mas hoje tenho outros planos envolvendo deuses hinduístas... Hehe.

Hare Khrisna / Hare Khrisna /
Khrisna Khrisna / Hare Hare